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| “Podia
ficar martelando em cima da fama repentina, mas a vida me abriu
outras portas. Optei por ser empresária e advogada”, diz
ela |
Uma
das quatro finalistas da primeira edição do No
Limite, a advogada carioca Andréa Baptista, 30 anos,
aproveitou ao máximo seus 15 minutos de fama. Logo após
o sucesso do programa, posou nua para a revista Playboy,
engordou a conta bancária com comerciais e desfiles e chegou
a se matricular num curso de teatro visando uma futura carreira
artística. Hoje, quase dois anos após o programa,
anda afastada dos holofotes. Podia ficar martelando em cima
da fama repentina, mas a vida me abriu outras portas. Optei por
ser empresária e continuar minha carreira de advogada,
diz.
Especializada em Direito trabalhista, Andréa reabriu seu
escritório. Além disso, está prestes a estrear
na carreira de empresária. Até o fim do ano, espera
abrir também uma loja de jogos de computador com cerca de
60 máquinas e os mais variados jogos virtuais. É
um novo mercado, tem tudo para dar certo, aposta. A fama rendeu
à advogada uma bela casa de cinco quartos, com piscina e
sauna, no Rio, e a troca de sua Mercedes Classe A por uma caminhonete
Mitsubishi Pajero, além de um Ford Fiesta dado de presente
à mãe, Vivian Baptista. A grande fonte de renda após
o programa foi a capa da Playboy. Acertei um contrato
muito bom e aquilo acabou me abrindo portas como modelo, diz
Andréa, que chegou a ganhar entre R$ 15 mil e R$ 30 mil por
comercial ou desfile de que participou.
Solteira, a advogada mora com o filho Elias Júnior, 7. Do
tempo de No Limite, sobraram um fã-clube em Recife
e o reconhecimento de pessoas na rua. Sou abordada por gente
que diz me conhecer mas não sabe de onde, conta. Não
vou criar coisas para chamar a atenção. Às
vezes, a pessoa quer tanto aparecer que acaba se queimando.
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