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24/06/2002

   
Para provar seus poderes ao mágico James Randi, Thomaz diz que irá quebrar um ovo num prato e, em trinta minutos, transformará a gema e a clara em um pintinho, como diz ter feito nos anos 80
Com os pais, Glicério de Moraes Coutinho, de 85 anos, e Gessy de Souza Coutinho, 76, e abraçado ao filho Rafael, 22 anos, e a mãe dele e ex-esposa, Lígia, 47
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Fenômeno de
US$ 1 milhão
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Entrevista:
“A fama me sustenta”
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Capa / Thomaz Green Morton
Fenômeno de US$ 1 milhão
O maior paranormal do País cobra US$ 20 mil por uma energização, só viaja de helicópteros para atender clientes e aceita desafio com prêmio milionário para provar que seus poderes não são truques

Rodrigo Cardoso
Fotos: Edu Lopes
Colaborou Fábio Farah

 
Paparicado por artistas, políticos e cantores nos anos 80, Thomaz deslumbrou-se com a fama e sofreu quando os famosos se afastaram: “Gostava de ficar no meio dos artistas e senti falta do oba-oba deles”

Nos anos 50 o balneário mexicano de Acapulco virou uma espécie de playground de Hollywood. Para lá, astros do jet set americano, como Ava Gardner, John Wayne e Frank Sinatra, rumavam para descansar e repor as energias. Algo semelhante aconteceu na mineira Pouso Alegre, na década de 80. Atores da Globo, a Hollywood brasileira, como Dina Sfat, cantores e cantoras, como Gal Gosta e Tom Jobim, e políticos, como Sepúlveda Pertence, fugiam da agitação para se recolher na chácara de 1 hectare – apelidada por ele de Thomaz World – de um carioca de sotaque caipira que atende por Thomaz Green Morton de Souza Coutinho.

Barbudo e cabeludo, Thomaz, que recebeu tal nome em homenagem ao médico inglês considerado o pai da anestesia, virou uma espécie de guru das celebridades entortando garfos e moedas na frente delas, vertendo perfume das mãos, reconstituindo notas rasgadas, produzindo luzes, “energizando e curando” pessoas. Assim se transformou no mais famoso paranormal do País. “Entorto metais para desentortar mentes e provar que tenho poderes e que eles podem fazer bem a alguém”, diz Thomaz. “Mas a época do circo acabou.”

É verdade. O homem do “Rá”, cumprimento cósmico usado por Thomaz, deslumbrou-se com a fama e sofreu quando os famosos se afastaram. “Gostava de ficar no meio dos artistas, mas pirei com a fama e senti falta do oba-oba deles”, fala Thomaz. “A Gal (Costa) fazia comida na cozinha da minha casa e, de repente, sumiu. Me decepcionei com amigos da classe artística, com Gal, Baby (do Brasil), Rita Lee, Simone.”

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