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| Jodie
Foster: papel de mãe de Kristen Stewart após desistência
de Nicole Kidman, que se machucou nas filmagens de Moulin
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Após
emplacar sucessos como Clube da Luta e Seven Os
Sete Pecados Capitais, David Fincher acerta a mão na
direção de O Quarto do Pânico, que estréia
na sexta-feira 7. Com Jodie Foster na pele da recém-divorciada
Meg Altman e roteiro ágil e bem-humorado de David Koepp (Homem-Aranha),
o filme rende mais do que se poderia esperar da batida história
de ladrões que invadem uma casa numa noite chuvosa.
Ex-mulher
de um magnata, que a trocou por uma modelo de segunda, Meg Altman
está passando a primeira noite na casa de seus sonhos, no
glamouroso Upper West Side, em Manhattan, quando percebe que a propriedade
foi invadida por três homens. Toma, então, a atitude
mais lógica possível: tranca-se com a filha adolescente
(Kristen Stewart) no quarto do pânico, uma espécie
de fortaleza blindada, equipada com oito câmeras que monitoram
o resto da casa.
Numa
inversão irônica, esse bunker à prova de invasões
torna-se extremamente perigoso, já que o que os intrusos
querem está justamente lá dentro. A partir daí
a tensão e o suspense crescem cada vez mais: enquanto os
invasores usam inúmeras estratégias para entrar (das
mais patéticas às mais violentas), mãe e filha
precisam tentar impedi-los e dar um jeito de pedir ajuda. Classificada
de maluca pela filha, Meg Altman terá que resgatar
toda sua astúcia e auto-confiança para protegê-la
e driblar os assaltantes.
Conduzido
da perspectiva da atriz principal, grande parte do valor do filme
fica por conta da força do desempenho de Foster. Apesar do
desfecho pouco original, o filme prende a atenção
do espectador do começo ao fim. Suspense pipoca
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