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Diversão & arte - Televisão

03/06/2002

   
Viviane, a Regininha: espaço em O Clone

 

 

 

 

 

Em cena
Viciada apenas em arroz integral

Marina Monzillo


Há dois meses aparecendo no horário nobre, a personagem Regininha, de O Clone, já está trazendo louros à sua intérprete, Viviane Victorette.

Graças ao bom desempenho como a amiga viciada que carrega Mel e Nando para as baladas e drogas, Viviane acaba de ser escolhida como a melhor atriz revelação de 2002 pelo júri do Festival de Cinema e Televisão de Natal, Rio Grande do Norte. O prêmio será entregue durante o evento, em outubro próximo.

O reconhecimento também tem vindo do público. “Às vezes, me esqueço e me assusto quando começam a gritar na rua: ‘Regininha, me dá um teco’”, conta a atriz, que nunca experimentou drogas e se considera “natureba”: não come carne, adora malhar e praticar boxe.

Tão distante de cocaína e maconha, a jovem conversou com uma psicanalista e com um amigo que passa por tratamento, para se inteirar sobre o tema. “Também li bastante e assisti a filmes como Christiane F., Traffic e Kids”, conta.

Cearense de Fortaleza, a atriz de 23 anos conquistou o papel secundário na novela depois de vencer 28 candidatas em um concurso do Caldeirão do Huck, no ano passado. Regininha, porém, tem ganhado cada vez mais espaço na trama e vem sendo elogiada pelo diretor, Jayme Monjardim, e pela autora, Glória Perez.

Batalhadora, Viviane chegou ao Rio, sozinha, há cinco anos, para estudar e tentar a carreira artística. Graduou-se em artes cênicas, está tendo aulas de flauta e vai começar a faculdade de cinema. “Estou sempre correndo atrás, fazendo testes e pequenas participações.” A sétima arte agora é seu “vício”: “Estou louca para fazer cinema”, diz.

 

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