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Diversão & arte - Televisão

20/05/2002

   
Divulgação
Mara Manzan como Odete: musa entre o público gay

 

 

 

 

 

Em cena
Flashes para Mara Manzan

Marina Monzillo


Mara Manzan, a Odete de O Clone, não consegue lembrar como surgiu o célebre bordão “cada mergulho é um flash”. “Achei que eu tinha inventado, mas depois pensei: não sou tão genial, deve ter sido a Glória Perez. No fundo, acho que foi Deus”, diverte-se a atriz.

Graças à frase e aos absurdos que a personagem suburbana é capaz para levar a filha Karla (Juliana Paes) à fama, Mara, 49 anos, alcançou um sucesso inédito em seus 30 anos de carreira. Em Copacabana, bairro do Rio onde mora, a paulista não anda um quarteirão sem escutar o bordão da novela. “Acho que há uma Odete a cada esquina, ela é a cara do Brasil dos pagodeiros e jogadores de futebol”, analisa. E a freqüentadora número um do Piscinão de Ramos virou até musa do homossexuais. Mara vem recebendo infindáveis convites para visitar boates gays.

“Cheguei à conclusão que tevê é uma loteria. Achei que o fato de eu fazer pirofagia (engolir fogo) é que chamaria atenção”, comenta Mara, que aprendeu várias técnicas circenses na década de 70, ao fazer curso de palhaço para uma peça infantil.

Com uma carreira iniciada e estabelecida no teatro, Mara se fixou na tevê nos anos 90, sempre com personagens populares, como a empregada Sexta-Feira, de Salsa e Merengue. “Virei atriz por acaso.” Foi aos 17 anos, quando entrou no teatro Oficina para assistir a uma peça e não saiu mais. Virou faz-tudo nos bastidores, até que, um dia, substituiu uma atriz. Foi o pontapé para a profissão e um período de anarquia. “Animei carnaval em Juazeiro do Norte, invadi a corrida de São Silvestre cuspindo fogo...” Esses mergulhos de Mara sempre atraíram os flashes, mas nunca da maneira como tem conseguido em O Clone.

 

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