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Diversão & arte - Música

29/04/2002

   
Divulgação
Patrícia Marx: de olho no público europeu e japonês
 
 

 

 

 

 

 

Bossa Eletrônica
Respirar
Patrícia Marx volta, intimista, em CD para exportação

Silvia Ruiz


A vida é uma criança/ Um carrossel de esperança, cantava Patrícia Marx pelos quatro cantos do País com seu grupo Trem da Alegria nos anos 80. Depois de uns anos sumida, a cantora está de volta e lança o CD Respirar. Mas não espere ver a moça dar o ar da graça no Domingo Legal, no Faustão ou muito menos na Hebe. Patrícia Marx agora é produto para exportação, coisa fina que nem de longe lembra os hits de seu grupo infantil. Na esteira do sucesso de Bebel Gilberto no Exterior, Patrícia fez um disco que tem um braço no Brasil, mas os dois pés lá fora. Lançado pela Trama, Respirar traz um repertório de música eletrônica com sotaque de bossa nova e toques de black music. A atmosfera do disco é calma, como uma única onda do começo ao fim – o que pode afastar o público brasileiro, mas deve agradar os ouvidos japoneses e europeus. O clima do disco reflete o estado de espírito de Patrícia, que nos últimos anos se converteu ao budismo e se dedicou ao filho, Arthur, hoje com três anos. A co-produção é de Bruno E, velho conhecido da cena eletrônica nacional e marido da cantora. Pode parecer oportunismo fazer um disco nesses moldes, agora que a música brasileira virou moda entre os modernos lá fora, mas a verdade é que Patrícia Marx soa sincera, e o disco é despretensioso. “Não fiz esse disco para estourar, sei o tamanho que ele tem, mas é o disco que eu queria fazer agora”, diz a cantora. Eletrônico zen

 

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