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| Ana
Maria: advogada e amiga de Glória Perez escalada para decidir
futuro do clone Léo |
Quem
o clone Léo deve ter como pais: Edivaldo e Deusa, que o carregou
na barriga durante nove meses e cuidou dele desde o nascimento,
ou Leônidas Ferraz, cujo filho Diogo serviu como doador da
célula-mãe da clonagem? Glória Perez, autora
da novela das oito, achou por bem que o futuro de seu menino clone
fosse decidido pela Justiça brasileira. Para
dar uma ar mais realista à trama só Alá
sabe como isso é possível em O Clone ,
Glória pediu que a advogada e ex-juíza Ana Maria Scartezzini
dê o veredicto final. Ela falou a Gente sobre
sua consultoria à novela.
Como
surgiu esse convite para decidir o destino de Léo?
Sou amiga da Glória Perez há muitos anos.
Sempre que ela cria um personagem que se envolve em questões
jurídicas ela me procura. Foi assim em Barriga de Aluguel.
Que
decisão a senhora tomou no caso?
Decidi que a personagem de Cássia Kiss, mãe
biológica, deveria ficar com a criança que foi gerada
na barriga de Cláudia Abreu. As duas tinham um contrato,
por isso foi mais fácil tomar a decisão.
No
caso de O Clone, o que a senhora acha que vai acontecer?
Vou pesquisar para decidir o que aconteceria numa eventual disputa
entre Leônidas e Deusa pela guarda de Léo. No Brasil
não há nenhuma lei que trate do assunto, mas vou tentar
me aproximar com o que existe. Não há como ser eminentemente
técnica, mas vou fazer o possível. Ainda não
sei dizer porque apenas iniciei a pesquisa.
Como
telespectadora, para quem a senhora torce?
Ah, isso não posso revelar (risos).
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