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Oscar
apresenta o herdeiro
Antes de encerrar a carreira, o maior jogador
do País disputará pela primeira vez duas partidas
ao lado do filho Felipe
Tiago
Ribeiro
| André
Durão |
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| “Felipe
arremessa bem de três pontos, é bom no passe, no rebote e na
roubada de bola’’ Oscar Schmidt |
Quatro
meses separam Oscar Schmidt do fim do casamento de 31 anos com o
basquete. A partida que marcará o encerramento da carreira
do maior jogador brasileiro será em junho, mas a contagem
regressiva e os preparativos que antecedem a despedida já
começaram. A maior atração virá dos
Estados Unidos. Estudante da Admiral Farragut Academy, na Flórida,
a mesma de onde saiu o pivô David Robinson, uma das feras
da NBA, Felipe Schmidt, 15 anos, filho de Oscar, atenderá
ao maior desejo do pai atuar na mesma equipe do Mão
Santa. Vou ficar nervoso, afinal, nunca imaginei que isso
pudesse acontecer, diz Felipe. Sempre sonhei com esse
momento, vibra Oscar.
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Divulgação/AE
- Sergio Borges/ O Globo
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| Felipe
(à dir.) vestirá a camisa rubro-negra 41, alusão à 14 que o
pai ajudou a eternizar: “Talvez carregue isso (a pressão da
comparação) para a vida toda. Mas só me ajuda a melhorar”. |
O presente
foi dado pelo Flamengo, clube que o cestinha de 44 anos defende
desde 1999. Inscritos em duas partidas válidas pelo Campeonato
Nacional, agendadas para o mês que vem, pai e filho mostrarão
habilidades distintas. Felipe usará a camiseta número
41 alusão à 14 que consagrou Oscar. No time
da escola, ele veste a 23. Atua como armador e condutor da equipe.
Também arrisco de três pontos, mas prefiro roubar
bolas e passar mais, conta. Ele arremessa bem de três
pontos, é bom no passe, no rebote e na roubada de bola,
elogia Oscar. O herdeiro do recordista mundial de pontos diz que
aprendeu a lidar com a comparação com o pai. Não
me importo, garante. Só me ajuda a melhorar.
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