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25/02/2002

SOLIDARIEDADE

Lição para brasileiro aprender
O empresário japonês Hideaki Iijima reúne milhares de pessoas para varrer a Avenida Paulista e dá uma aula de cidadania a ser seguida em todo o País

Tiago Ribeiro

Jayme de Carvalho JR.
Iijima com a vassoura na mão no meio da faxina da Avenida Paulista: “Temos que aprender a cuidar do que é nosso”, defende

Cansado de ver o descaso com o lixo espalhado nas ruas de São Paulo, o empresário japonês Hideaki Iijima, de 51 anos, fundador dos salões de cabeleireiros Soho, resolveu dar o exemplo aos paulistanos. Uma vez por ano, ele reúne funcionários, amigos e milhares de voluntários para varrer a Avenida Paulista – um dos cartões-portais da cidade – do início ao fim. Nem a família de Iijima escapa da tarefa. A mulher Hitomi, de 47 anos, e os filhos Dai, de 27, e Ai, de 24, também ajudam na faxina. A cena acontece há três anos e repetiu-se no domingo 17. Com vassouras nas mãos, um batalhão de 2.500 pessoas, sob o comando do mestre cabeleireiro, reuniu-se às 8h para a empreitada que teve duas horas e meia de duração.

A idéia de limpar a Avenida Paulista partiu do próprio Iijima. Líder da ONG Zeladoria do Planeta no Brasil – uma organização não-governamental surgida em Tóquio –, ele não escolheu o local por acaso. “A Paulista é a cara de São Paulo”, acredita. A limpeza foi o maior ato já realizado pela organização tanto no País como no Japão. A preocupação com o bem-estar e a preservação do meio ambiente são os motivos que levam Iijima a organizar os mutirões.“Temos que aprender a cuidar e manter o que é nosso e a lutar por uma qualidade de vida satisfatória”, prega.

Nascido em Saytama, cidade vizinha a Tóquio, o cabeleireiro chegou ao Brasil em 1982, com mulher e filhos, para tentar a vida pilotando pentes e tesouras – função que exercia na terra natal. Em 20 anos de trabalho, amealhou 1.000 funcionários e 24 salões de beleza. Com o sonho de se tornar um profissional bem-sucedido realizado, ele agora luta para despertar a cidadania dos brasileiros. Acredita no sucesso. “São Paulo já foi mais suja, mas ainda falta muito a fazer”, conclama. No peito nipônico bate um coração verde-amarelo. “Temos tudo para sermos uma grande nação, basta ter vontade para operar as mudanças”, acredita.

 

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