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25/02/2002

POR ONDE ANDA

KIKO ZAMBIANCHI

Rolam as pedras de novo
O cantor, que já foi casado com a atriz Carolina Ferraz, lança disco após dez anos, e conta que, mesmo no ostracismo, nunca deixou de ser atacado pelas fãs em shows no interior

Juliana Lopes

Piti Reali
Em 1999, ele foi morar com Marcelo Rubens Paiva: “Estava sem dinheiro, sem mulher, na rua”, diz Kiko

Quem conhece Kiko Zambianchi da década de 80, dirá que o autor do hit “Rolam as Pedras” está de volta. Quem não o conhecia, tem menos de 18 anos e descobriu suas músicas na internet. Kiko andava sumido, mas durante um show do Capital Inicial – com quem se apresentava recentemente – em março do ano passado, foi ovacionado com entusiasmo pela platéia. O sucesso foi tão grande que, minutos depois, nos bastidores da casa de espetáculos Olympia, em São Paulo, o presidente da gravadora Abril Music o chamou num canto e propôs a gravação de um disco. A conversa virou contrato de três anos, período em que pretende gravar três CDs. O primeiro, Disco Novo, chegou às lojas este mês e Kiko, empolgado após 10 anos de ostracismo, está a pleno vapor compondo músicas para o segundo.

Embora não agüente mais ser lembrado como o músico contemporâneo do RPM, Capital Inicial e Lobão, Kiko Zambianchi, 42 anos, é um autêntico representante da turma que despontou há 20 anos, sumiu na década de 90 e ressurgiu nos últimos dois anos. “Ai, os anos 80! Tem uma hora que você não quer mais ler nada sobre isso!”, reclama, debochado, rindo de sua própria rabugice. Kiko nunca chegou a ficar muito longe da música. Nos últimos 12 anos suas canções foram gravadas por outros artistas, fez participações especiais em outras bandas e trilhas sonoras para tevê e teatro. Foi até convidado pelo ator Eriberto Leão, então namorado de Suzana Alves, para fazer a trilha do breve seriado As Aventuras de Tiazinha. O assunto não lhe faz torcer o nariz, embora não consiga evitar alguns bocejos. “Quando a Tiazinha me chamou eu mostrei a minha proposta, que era de música eletrônica. Quis fazer algo legal, mais trash, porque o programa estava parecendo novela mexicana.” Há um ano, durante um mês, ensinou alguns acordes de violão para Suzana, que tentava emplacar uma carreira musical.

Silvio Ribeiro/AE
Em foto de 1987, no auge do sucesso: redescoberto no Acústico MTV do Capital Inicial

Mas é graças ao ressurgimento do Capital Inicial, com quem gravou o Acústico MTV, que Kiko tornou a encontrar seu espaço na cena pop-rock brasileira. “Foi a primeira vez depois de um bom tempo que a MTV me mandou um convite para ir a uma festa deles”, conta. O jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva, seu amigo quase irmão, também ficava abismado com o pouco caso que a emissora musical fazia de Zambianchi. “Eu achava um absurdo ele não ser convidado para as festas do MTV Awards, sendo que eu e um monte de gente irrelevante para a música recebíamos convite”, diz o autor do livro Feliz Ano Velho. Paiva abrigou Kiko em sua casa durante dois anos em um dos momentos mais difíceis da vida do cantor. Era 1999 e Kiko havia rompido um casamento de dez anos. “Eu estava f., sem dinheiro, sem mulher, na rua. O Marcelo me salvou”, diz Kiko. O casamento desfeito, com Ana Ferreira, já era a segunda união do cantor. Aos 26 anos, ele viveu por dois anos com a atriz Carolina Ferraz, que na época tinha 17.

“Negar (relacionamento com fã) é a mesma coisa que você falar que não ficou com ninguém durante a faculdade’’
Kiko Zambianchi

Dos tempos em que ficou recluso e fora da mídia, Kiko tem boas recordações. Andava de metrô pela cidade, levava as filhas – são três com idades entre 22 e 10 anos – na escola. E também fazia shows de voz e violão no interior onde continuava a ser atacado por fãs, como no auge do sucesso. “Já pegaram no meu p. várias vezes, quando saía dos shows. Isso sempre acontece se você fica no meio de fã, elas fazem na frente de todo mundo”, conta. “Qualquer artista tem ou já teve relacionamento com fã. Negar é a mesma coisa que você falar que não ficou com ninguém durante a faculdade.”

Kiko também aproveitou este período para buscar um encontro religioso. Freqüentou templos budistas, centros espíritas, umbandas e até tomou o chá de Santo Daime numa igreja em Visconde de Mauá (RJ). “Não era tomar Daime e ir a uma festinha. Teve muita reza e as alucinações foram espirituais”, explica. Como seus contemporâneos, usou drogas na década de 80, mas jamais para pisar no palco. “Já vi gente alterada em shows e não é legal. Os caras do Red Hot Chili Peppers, por exemplo, entraram babando no Rock in Rio”, comenta. Kiko prefere um cafezinho. Aprendeu o truque com João Bosco, de quem ficou amigo quando tinha 18 anos. “Toquei percussão em dois shows com o João e ele sempre tomava café. Faço igual.”

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