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25/02/2002

ROMANCE

EDUARDO SUPLICY E ANA MIRANDA
Só falta assumir
Senador recebe o carinho da escritora no lançamento de seu livro sobre renda mínima em São Paulo, diz que os dois desenvolveram uma afinidade muito grande e que “pode ocorrer namoro”

Rodrigo Cardoso

Fotos: Piti Reali
Ana Miranda ficou quatro horas na livraria onde Suplicy lançou o livro sobre renda mínima e saiu de lá com o senador ao volante de seu carro

Somente neste ano o senador Eduardo Matarazzo Suplicy, 60 anos, já esteve no Acre, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Bahia, Piauí e Pernambuco. Em todos os lugares percebeu um crescente número de petistas dispostos em votar nele nas prévias do Partido dos Trabalhadores (PT), que acontece em meados de março e definirá entre ele e Luiz Inácio Lula da Silva o representante do partido que concorrerá às eleições presidenciais. Mas não só isso. Separado desde abril passado da prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, o senador tornou-se alvo predileto das simpatizantes femininas. Certo dia, ao final de uma visita a uma cidade do interior de São Paulo, enfiou a mão num dos bolsos do paletó e puxou oito bilhetes escritos por mulheres. “Elas atacam mesmo. Puxam, apertam e se aproveitam para deixar agrados a ele”, conta uma amiga do político. “Teve uma que escreveu: ‘Sou fulana de tal, tenho tantos anos, sou bem estudada. Meu telefone é tal. Me liga à noite para conversarmos’.”

Fotos: Piti Reali
Cumprimentos da família, na livraria, na segunda-feira 18: dos filhos Supla e João ...

Desde a separação, namoradas em potencial do senador não param de surgir. Primeiro foi uma prima de segundo grau. Mais tarde a treinadora que o acompanha em algumas caminhadas no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e uma atriz da favela de Heliópolis. Nenhuma vingou. Mas há uma mulher com quem o senador diz ter desenvolvido “um relacionamento de profundidade”, com quem pode “vir a dividir alegrias e tristezas” no futuro (leia entrevista).

Fotos: Piti Reali
... da ex-mulher Marta Suplicy

Trata-se da escritora cearense Ana Miranda, 50 anos, que se consagrou com o romance Boca do Inferno. Durante oito meses no ano passado, ela recebeu em casa, quase todos os finais de semana, a visita do senador para juntos finalizarem o novo livro de Suplicy. Na segunda-feira 18, a escritora compareceu ao lançamento de Renda de Cidadania – A Saída É pela Porta, na Livraria Cultura, em São Paulo. “Sem dúvida, sob o ponto de vista intelectual, é meu principal filho, o maior trabalho acadêmico que já produzi”, diz o senador.

Fotos: Piti Reali
... e de André, que três dias antes tornara-se pai de Teodoro, primeiro neto do senador

Renda mínima é uma proposta que o senador estuda e defende desde os anos 60 e é sua maior plataforma política. Refere-se a ela como uma “solução de bom senso para enfrentar diretamente o problema da erradicação da pobreza” no País. Um projeto de lei apresentado por ele em dezembro passado pede a implantação da renda mínima para todos os brasileiros a partir de 2005. Por isso, foi um dia especial para Suplicy. No lançamento do livro, o senador recebeu a visita de inúmeros companheiros de partido, artistas e simpatizantes. Também não faltaram os três filhos e até a ex-mulher, Marta Suplicy, que deixou o local menos de cinco minutos depois.

Ana Miranda chegou antes de Marta, por volta das 20h30. Cumprimentou o senador com um beijo no rosto e, muito discreta, trocou sorrisos e idéias com algumas pessoas do clã Suplicy. Uma hora depois foi informada por uma das assessoras do senador que Marta chegara e, para evitar uma “situação constrangedora”, seria melhor que se distanciasse do local onde o senador dava autógrafos. Ana ficou entre as prateleiras da livraria. Nos agradecimentos, Suplicy dedica seis linhas a Marta e 13 linhas à escritora. Ana permaneceu na livraria até o encerramento da sessão, quatro horas depois.

Ana e Suplicy foram os últimos a deixarem o local. Desceram pelo elevador até o estacionamento sozinhos. De lá, rumaram para o restaurante de um dos irmãos do senador, onde jantaram com outras quinze pessoas. Detalhe: o senador guiava o carro da escritora. Quis ainda pagar o estacionamento, mas esqueceu a carteira dentro do paletó, que ficou com um parente. Ana não demonstrou se incomodar com isso. Afinal, já deve conhecer o cavalheirismo de Eduardo Suplicy.

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