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A
decadência da estrela Mariah Carey
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Glitter: fracasso de bilheteria e indicação a pior
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A cantora
de maior vendagem dos anos 90 parece não ter entrado com
o pé direito na década seguinte. Aos 31 anos, Mariah
Carey está vivendo seu inferno astral. Foi demitida da gravadora,
devido ao fiasco de seu mais recente CD, e teve sua estréia
no cinema arrasada por crítica e público. Como se
não bastasse, a vida pessoal não está melhor:
anda às brigas com o namorado, o cantor Luis Miguel, e foi
internada com ataque de nervos durante o ano passado.
Em
dezembro, a EMI Virgin Records cancelou o vitaminado contrato de
US$ 118 milhões (por quatro discos) da ex-diva do pop, três
meses depois do lançamento do álbum Glitter,
nome também de seu primeiro filme, que chega agora ao circuito
brasileiro.
Batizado
em português de O Brilho de uma Estrela, o longa-metragem
é um drama musical, com Carey fazendo o papel de si mesma.
Na história, ela é Billie Frank, criança boazinha
que foi abandonada pela mãe e cresce em um orfanato. Quando
chega à vida adulta, é descoberta por um DJ, que se
torna seu sócio e amante e a inicia na carreira musical.
Nem
os fãs de Carey a suportaram na telona. O filme rendeu US$
4 milhões, a terceira pior bilheteria de 2001 nos EUA. A
produção ainda concorre a seis Framboesas de Ouro,
prêmio anual para os piores filmes de Hollywood, inclusive
na categoria pior atriz.
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