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11/02/2002

SEQUESTRO

Comandante Ramiro, o chefe

Cesar Guerrero

Piti Reali
Mauricio Hernández Norambuena na segunda-feira 4, na delegacia anti-seqüestro da Polícia de São Paulo: currículo extenso

Os seqüestradores do publicitário Washington Olivetto não poderiam ter um líder mais habilitado do que Mauricio Hernández Norambuena, 43 anos. Ele mereceu destaque até no relatório sobre terrorismo internacional divulgado pelo Departamento de Estado norte-americano, em 1994. Seguramente, Norambuena era o homem mais procurado do Chile desde o dia 30 de dezembro de 1996, quando escapou do presídio de segurança máxima dentro de uma cesta pendurada em um helicóptero. Conhecido simplesmente como “comandante Ramiro”, ele detonou uma violenta onda de atentados contra o regime do general Augusto Pinochet, na década de 80.

Até os 25 anos, Norambuena era um pacato professor de Educação Física na cidade chilena de Valparaíso. Ele ingressou na Frente Patriótica Manuel Rodríguez, um braço armado do Partido Comunista do Chile, para lutar contra a ditadura do País. Com o tempo, começou a se destacar nas ações de guerrilha, a ponto de ser enviado para outros países. Passou por campos de treinamento militar em Cuba e na Alemanha Oriental. O treinamento o credenciou para ações como o atentado contra o próprio Pinochet, em 1986, e o seqüestro do comandante do exército do Chile Carlos Carreño, solto em São Paulo.

La Tercera de La Hora
Mauricio Hernández Norambuena na época de sua prisão pela polícia chilena em 1993

Em 1991, o terrorista planejou e executou o assassinato do senador da República Jaime Guzmán, um dos maiores colaboradores do governo Pinochet, e foi um dos autores do sequestro do herdeiro de uma rede de empresas de comunicação, Cristián Edwards. Tem duas condenações a prisão perpétua no Chile, que reivindica agora a sua extradição. A polícia brasileira trabalha com a hipótese de que Norambuena tenha se voltado para o campo dos criminosos comuns. “Não há indícios de que o crime tivesse objetivo político”, revelou o delegado Godofredo Bittencourt Filho, da polícia de São Paulo.

Dos seis estrangeiros presos pelo seqüestro de Washington Olivetto, ele é o único com identidade confirmada. Os argentinos: Ruben Oscar Sanches, 30 anos, Carlos Renato Quiroz, 28, Maite Amalia Bellon, 23, Frederico Antonio Aribas, 30, e a espanhola Rosa Amalia Ramos Quiroz, 37, ainda não tiveram suas identidades e nacionalidades confirmadas.

   
Os seqüestradores presos em Serra Negra ainda não tiveram as identidades
confirmadas: Carlos Renato Queiroz (1), Rosa Amalia Ramos (2),
Maite Bellon (3), Rubem Oscar Sanches (4) e Frederico Aribas (5)

Leia mais:

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