|
Pelo
menos no que diz respeito à moda, a China e o Japão
conquistaram lugar cativo no Ocidente. Em sua coleção
de alta-costura, Jean Paul Gaultier mostrou vestidos orientais
e miniquimonos, deixando o toque ocidental apenas por conta
do zíper.
O
Oriente também tomou conta da coleção
do criador inglês John Galliano para a Maison Dior.
As grifes nacionais preferiram não ousar tanto. Nas
araras daqui, o figurino oriental aparece apenas como detalhe
em algumas peças e estampas.
Importadas,
as roupas reluzentes de viscose e seda bordadas agradaram
às brasileiras entusiasmadas em provar que não
é necessário cabelo preto e olhos puxados para
compor o estilo da terra do sol nascente. As clientes
que não davam bola para esse estilo agora estão
atrás de vestidos, chinelos e bolsas sobre o tema,
diz Marcela Modena, gerente da loja Doc Dog, templo dos modernos
de São Paulo.
Os
vestidos chineses têm feito sucesso nas mais concorridas
festas do País. De preferência acompanhados de
chinelinhos rasteiros. As atrizes Luana Piovani, Guilhermina
Guinle, Karina Bacchi e Regiane Alves aderiram ao visual.
|