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NYT
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| George
Nader e Janet Gaynor |
O
tema do livro Behind the Scene How Gays and
Lesbians Shaped Hollywood (Atrás da Tela
Como Gays e Lésbicas Moldaram Hollywood),
recém-lançado nos Estados Unidos, tornou-se
um dos assuntos em pauta naquele país. De autoria
do escritor William J. Mann, mostra o respeito que a
indústria do cinema tinha por seus ídolos,
independente da preferência sexual de cada um.
Em contrapartida, retrata a exigência dessa mesma
indústria para que eles não assumissem
essa preferência em público sob
pena de perderem papéis de destaque na tela.
A diva Marlene Dietrich ou o
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Fotos:
Prensa Três
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| Montgomery
Clift e Cary Grant |
astro
Cary Grant podiam se relacionar com quem bem entendessem
desde que longe dos olhos dos fãs. Preferiam
pessoas do mesmo sexo. Dietrich, na obra de Mann, é
apontada como a primeira estrela bissexual do cinema.
Grant, por sua vez, viveu uma longa amizade com o ator
Randolph Scott. Liz Taylor tentou o possível
para seduzir Montgomery Clift, mas ele resistiu como
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NYT
picturis
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| Marlene
Dietrich e Rock Hudson |
um
bravo aos hipnotizantes olhos violeta. Burt Lancaster
foi mais prático. Para não perder papéis
de mocinho, escondeu o homossexualismo atrás
de quatro casamentos heterossexuais. O mesmo fez Janet
Gaynor. Alçada a namoradinha da América,
casou-se para preservar a imagem. Rock Hudson sobreviveu
às cariocas assanhadas em pleno Carnaval no Rio.
Negou até a morte ser gay. George Nader, considerado
na época o sucessor de Rock Hudson, desistiu
da promissora carreira de galã do cinema e da
tevê. Apaixonou-se pelo publicitário Mark
Miller. Preferiu viver para servi-lo.
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