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14/01/2002

CARREIRA

SÍLVIA PFEIFER
Um luxo
de simplicidade
A atriz que será uma ex-modelo na próxima novela das sete garante ter pouco em comum com as mulheres sofisticadas que interpreta e diz que vai à padaria de short e havaianas

Eduardo Minc

Fotos: Leandro Pimentel
Sílvia está casada há 20 anos: “Acho que a duração se deve à fidelidade e às concessões mútuas. E ao fato do Nélson ser bem zen. Quando eu quero brigar com alguém, não encontro ninguém”, brinca

Sílvia Pfeifer era só mais uma modelo que deixava as passarelas com o objetivo de ser atriz. Em 1990 pagou um preço alto pela ousadia. Sua estréia na minissérie A Boca do Lixo, de Silvio de Abreu, foi considerada desastrosa pela crítica especializada. “As críticas vinham de todos os lados”, recorda. Agora, 12 anos depois, Sílvia conquistou o respeito do público e provou que amadureceu como profissional. “Hoje eles estão falando menos de mim, o que é um bom sinal”, ironiza. “Mas bem que de vez em quando podiam elogiar.”

Com a mesma desenvoltura com que deslizava pelas passarelas, soube dar a volta por cima. “A Sílvia era muito fraquinha, a voz era ruim, mas ela se esforçou e se tornou uma profissional”, reconhece Maria Adelaide Amaral, co-autora da novela Meu Bem, Meu Mal, de Cassiano Gabus Mendes. A autora lembra que, ao ser cobrado, Cassiano justificava a escolha de Sílvia com uma explicação: “Ela sabe olhar para a câmera, aliás tem um olhar fantástico”, dizia o autor. A virada de Sílvia aconteceu em 1996, na novela O Rei do Gado, de Benedito Ruy Barbosa. “Ela protagonizou cenas memoráveis”, lembra Benedito, que na época fez questão de ligar pessoalmente para Sílvia para parabenizá-la. “O Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho) mandou flores para ela”, conta o autor.

Hoje, aos 43 anos, 20 dos quais casada com o economista Nélson Chamma, mãe de Emanuella, 16 anos, e de Nicolas, 8, Sílvia está tranqüila para enfrentar sua sétima novela, Desejos de Mulher, que estréia dia 21. E por ironia ou não, volta ao vídeo na pele de uma ex-modelo. As semelhanças entre a personagem e a gaúcha que começou a carreira aos 18 anos e desfilou as principais grifes em Milão e Paris, porém, terminam aí. Em seu cotidiano, Sílvia não lembra em nada as mulheres sofisticadas que interpretou. Pelo contrário. Surpreende pela simplicidade. Ela costuma ir à padaria próxima a sua casa, na Gávea, na zona sul do Rio, de sandálias havaianas, camiseta e short desfiado.

“A Sílvia era muito fraquinha, a voz era ruim, mas ela se esforçou e se tornou uma profissional’’ Maria Adelaide Amaral, co-autora da novela Meu Bem, Meu Mal

Essa simplicidade se estende à rotina com o marido e os filhos. Formalidade, aliás, é uma palavra que não existe para ela. As refeições são compartilhadas na copa do apartamento, desenhada no estilo de cozinha americana. “É ali que sentamos e conversamos”, conta. As tarefas também são divididas. “Todo mundo colabora. Enquanto um serve a comida, o outro recolhe os pratos, outro lava, enxuga e guarda”, revela. Embora não tenha receitas, depois de 20 anos de casamento, ela arrisca um palpite para o sucesso da união. “Acho que a duração se deve à fidelidade e às concessões mútuas”, diz. E completa: “E ao fato do Nélson ser bem zen. Quando eu quero brigar com alguém, não encontro ninguém”.

Também é assim com os filhos. Principalmente com a adolescente Emanuella. Diz que tem um diálogo aberto com a menina mas admite que ainda não se acostumou ao comportamento dos jovens. “Quando ela diz que ficou com alguém não entendo bem. As pessoas se beijam, se abraçam, mas não existe, necessariamente, afinidade entre elas”, surpreende-se. “Acho isso muito esquisito”, afirma. Parece conflito de gerações, embora Sílvia garanta que a crise dos 40 ainda não chegou. “Minha grande viagem hoje é para dentro de mim mesma.” Mesmo sem medo de envelhecer, ainda que as rugas apareçam, Sílvia não descarta a possibilidade de se submeter a uma cirurgia plástica, apesar de nunca ter feito. “Posso vir a fazer nos seios, porque acho pequenos. Aliás, já falava em ter seios grandes antes disso virar moda”, garante.

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