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O
Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel
Episódio de estréia da trilogia baseada em
obra de J.R.R. Tolkien é espetáculo de primeira grandeza
Mariane
Morisawa
| Divulgação |
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A Sociedade do Anel: com passagens de tirar o fôlego,
episódio é adaptação do livro que inspirou clássicos como
Star Wars
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O novo
milênio mal começou e já tem grandes filmes
de aventura, que nada ficam a dever a maravilhas do século
passado, como Indiana Jones e Star Wars. Primeiro
foi Harry Potter e a Pedra Filosofal, e agora chega às
telas, dirigido por Peter Jackson, A Sociedade do Anel, episódio
de estréia da trilogia baseada em O Senhor dos Anéis,
escrito por J.R.R. Tolkien.
Os
milhões de fãs do best-seller não podem reclamar.
O filme é um espetáculo de primeira grandeza. Apesar
de ter condensado bastante a saga de Frodo Bolseiro, o universo
criado pelo autor está todo lá.
Morando
em uma pacata área da Terra-média, o hobbit
criatura de pés peludos e menos de 1 metro de altura
Frodo (Elijah Wood) descobre ter em seu poder o Um Anel, forjado
por Sauron, o Senhor do Escuro, para dominar a Terra-média.
É formada a Sociedade do Anel, composta por membros de todas
as raças que lutam contra o Mal, para proteger Frodo em sua
jornada para destruir a jóia na Montanha da Perdição,
única maneira de evitar que o Anel caia novamente nas mãos
de Sauron.
Com
efeitos especiais de cair o queixo, mas que nunca se sobrepõem
à história, A Sociedade do Anel não
cansa em nenhum momento de suas três horas de duração.
Pelo contrário, há muitas passagens de tirar o fôlego.
Se lembra outros filmes, como Star Wars e Harry Potter,
é simplesmente porque todos se inspiraram em Tolkien. O bom
elenco dá conta dos personagens queridos dos fãs.
Mas não é preciso se aventurar pelas mais de 1.200
páginas de O Senhor dos Anéis para gostar do
filme. A diversão é para todo mundo. O duro vai ser
esperar um ano inteiro para a segunda parte, As Duas Torres,
que sai em dezembro de 2002. O pai de todas as histórias
de aventura
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