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ROCK

03/12/2001

O Charada Brasileiro
Supla, o queridinho da vez, continua fazendo as mesmas letras absurdas – e engraçadas – de sempre

 Ouça trecho da música Green hair
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Mariane Morisawa

Divulgação
O Charada Brasileiro: a propaganda deu certo

Engaiolado na Casa dos Artistas, Supla deve ter uma vaga noção do que se passa aqui fora, onde virou ídolo de crianças, adultos e vovôs. Quem diria. O punk de butique, que parece chegado ontem dos longínquos anos 80, fala palavrões, faz gestos esquisitos e escreve letras sem sentido, virou herói. Nem papai Suplicy ou mamãe Marta poderiam imaginar.

Depois de “redescoberto” pelo programa Piores Clipes do Mundo, Supla retomou no Brasil sua carreira artística, após uma temporada fazendo “bossa furiosa” em Nova York. Segundo consta, percorreu gravadoras, sem sucesso. Decidiu lançar de forma independente O Charada Brasileiro, nas bancas, por R$ 9,90. Acabou contratado pela Abril Music, que promete colocar o disco nas lojas e nas bancas pelo mesmo preço. Ou seja, valeu cada minuto de mico na Casa dos Artistas.

E o que há no disco? Ainda as letras involuntariamente engraçadas, beirando o trash, mas cults por isso mesmo. No som, uma mistura de punk rock com a tal bossa furiosa. Faixas em que Supla se auto-intitula “O Rei da Mídia” e também “O Charada Brasileiro” (“sou o charada brasileiro / não me vendo por dinheiro”). Críticas aos mauricinhos (“Bizness”), às patricinhas (“Interesseira”) e até ao funk carioca (“Punk Funk”), em que o manjadíssimo chamado “Tchutchuca” é substituído por “Ô, Supla”. Nonsense total, mas como não se divertir?

Para completar, três dos maiores clássicos suplanianos: “Humanos”, “Garota de Berlim” – infelizmente, sem a intervenção de Nina Hagen – e “Green Hair (Japa Girl)”. Só por isso, o disco já é imperdível. Ainda o mesmo




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