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COMÉDIA

03/12/2001

O Sobrevivente
Filme parodia reality shows com jogo em que o prêmio
é permanecer vivo até o final

Mariane Morisawa

Divulgação

O Sobrevivente: Survivor de uma hora e meia

Gente comum, colocada à prova em uma gincana difícil, que vale um prêmio. Sim, você já viu isso – na televisão. Afinal, No Limite é assim. Mas a fonte original é outra, Survivor, em que desconhecidos brigam (às vezes, literalmente) por uma grande quantidade de dinheiro. Foi na versão americana do programa que se inspirou o diretor Daniel Minaham, de O Sobrevivente. Só que, no filme, a crueldade ainda é maior.

Os participantes são os mais absurdos: uma mulher grávida, um artista com câncer, uma enfermeira velhinha, uma adolescente, um pai de família viciado. Ao contrário dos participantes de Survivor ou No Limite, que, bem ou mal, são levados a lugares paradisíacos como a África ou a Ilha de Marajó, os integrantes desta gincana ficam em sua pequena cidade perdida nos Estados Unidos. Sem se inscrever, apenas escolhidos aleatoriamente, os concorrentes ganham um revólver. Trancam-se em casa, colocam tapumes nas janelas. Porque, para piorar, o prêmio não é uma grande quantia em dinheiro, mas apenas conseguir ficar vivo. Os participantes precisam eliminar uns aos outros, até que sobre um vencedor.

Se a idéia é bastante original, a realização – um tanto trash, mal-acabada – acaba um pouco enfadonha do meio para o final. Afinal, é como se fosse um Survivor gigante, de uma hora e meia, sem intervalos. Ainda assim, é válida a crítica a esse tipo de programa, que expõe as misérias humanas. No limite





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