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12/11/2001

CAPA

ROSEANA SARNEY
Uma mulher na Presidência
Por que ela pode chegar lá

Cecília Maia, de São Luís e Fotos: Felipe Barra

Durante a última eleição presidencial, em 1998, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, abriu os olhos na Unidade de Terapia Intensiva, onde se recuperava de uma das 15 cirurgias que já fez, e ouviu um enfermeira dizer a outra: “Estamos perdendo por dois a zero”. Por sorte, não era o resultado de uma espécie de placar médico e, por isso mesmo, Roseana sorriu. “Acordei da anestesia na hora da final da Copa do Mundo”, lembra ela, que três meses depois se reelegeu governadora com o maior índice de aprovação do País – 80% dos votos válidos. “O Brasil estava perdendo para a França, mas sorri porque estava viva.”

Aos 48 anos, Roseana Sarney está vivíssima. Desde o início do ano, o PFL a apresenta como candidata à Presidência da República num lance que não deveria ser levado a sério. Roseana, que foi a primeira governadora do Brasil, estava lá apenas para não permitir que o PMDB lhe roubasse a posição de parceiro preferencial na aliança governista, liderada pelo PSDB. Na hora certa, ela retiraria a candidatura para apoiar um tucano.

“Meu plano para quando sair do governo era me candidatar ao Senado e depois tirar licença de seis meses para organizar um arquivo de memórias dos últimos oito anos no escritório da minha nova casa”, revela agora Roseana. Em São Luís, ela costuma entrar em alguma loja após o trabalho para comprar peças de decoração ou roupas de cama, mesa e banho para a casa que acabou de construir na Ilha do Curupu, reduto dos Sarney há três gerações. À frente de um governo que tem 88% de aprovação popular, segundo a última pesquisa estadual do Ibope, não raro alguns gerentes de loja mantêm uma máquina fotográfica a postos para registrar eventuais passeios da governadora pelo comércio.

Mas, numa extensão deste carisma regional, a candidatura presidencial, que nasceu como jogada partidária, virou fenômeno político. Na segunda-feira 5 de novembro, a Confederação Nacional dos Transportes anunciou os resultados da pesquisa política que realiza mensalmente. Roseana Sarney subiu de sexto para segundo lugar na pesquisa espontânea (na qual o leitor tem de lembrar o nome dos candidatos) e passou de 14,4% para 19,1% das intenções de votos na pesquisa induzida. Ou seja, ela tem quase o dobro da soma de todos os três pré-candidatos do PSDB juntos. “Tenho experiência e sensibilidade e estou preparada para assumir qualquer cargo”, diz a governadora.

Íntima e pessoal
Roseana com o neto Rafael, 5 meses, filho de Rafaela, que ela adotou quatro anos após descobrir que não poderia ser mãe: “Foi muito duro. Era um sonho, eu queria muito ter um filho e demorei a aceitar o fato. Meu casamento chegou a ficar abalado”, revela

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