|

Caramuru
– A Invenção do Brasil
Guel Arraes promete repetir sucesso de O
Auto da Compadecida com novo filme adaptado
de minissérie
Alessandro
Giannini
| Divulgação |
|
|
|
Selton Mello e Camila Pitanga: elenco de estrelas da Globo
e bom humor são a fórmula do sucesso de Guel Arraes
|
Diogo
Álvares Correia naufragou próximo à costa brasileira,
em 1510, e foi feito prisioneiro dos índios tupinambás.
Por ser
muito magro, ganhou o apelido de Caramuru e foi poupado de virar
banquete. Casou-se com Paraguaçu, filha do cacique Itaparica,
e tornou-se homem forte na tribo. Sempre defendeu os índios,
o que faz dele o primeiro humanista do País. Isso é
História, ou pelo menos o que se conhece dela.
Em
Caramuru A Invenção do Brasil, microssérie
global em quatro capítulos convertida para cinema, Diogo
Álvares ganha contornos mais picarescos na concepção
de Guel Arraes e Jorge Furtado, e na interpretação
de Selton Mello. Logo que naufraga na costa brasileira, ele conhece
e se enamora de Paraguaçu (Camila Pitanga) e também
de sua irmã Moema (Deborah Secco), filhas do cacique Itaparica
(Tonico Pereira). Surpreso com a boa recepção dos
tupinambás, Diogo relaxa e curte a hospitalidade indígena.
Mas descobre que tudo aquilo não passava de um período
de engorda. Salva-se do caldeirão fervente ao dar um
tiro de arcabuz. Por isso, teria ganho o apelido de Caramuru, que
significaria homem do trovão ou deus do
fogo em tupi. Respeitado por ser temido, ele torna-se um membro
da tribo. Isto tudo faz parte da lenda e da interpretação
dos autores.
Guel
Arraes e Jorge Furtado se apoderaram do mito de Caramuru para contar
a história da formação do Brasil. O filme segue
a mesma receita do megasucesso O Auto da Compadecida, a maior
bilheteria nacional do ano passado: elenco de belos globais, adaptação
de minissérie aprovada pelo público de tevê
e o bom humor típico das produções de Guel.
Cinema televisivo
|