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05/11/2001

FAMÍLIA

VLADMIR BRICHTA
Pelo direito de ser pai - CONTINUAÇÃO

André Durão
“Nós tínhamos muitos planos e por isso fiquei louco quando ela morreu. Chorei durante mais de um mês sem parar’’ Vladmir Brichta, sobre a morte de sua mulher de uma doença genética rara

O drama de Vladmir começou em setembro de 1999 com a morte de sua mulher, Gina Carla Ribeiro, com quem viveu durante três anos. Na época, Vladmir exibia o prêmio de melhor ator da Bahia e acalentava o sonho de fazer carreira no eixo Rio-São Paulo, e Gina começava uma promissora carreira de cantora nas noites baianas. Ele não sabia, mas Gina era portadora de uma doença hereditária e rara chamada porfiria, que ataca os glóbulos vermelhos e põe em colapso o metabolismo do corpo. A doença é a mesma que acometeu Paula, filha da escritora chilena Isabel Allende. “Nós tínhamos muitos planos e por isso fiquei louco quando ela morreu. Chorei durante mais de um mês sem parar até que um dia disse a mim mesmo: ‘Se não vou me matar, então tenho que viver’.” Vladmir deixou a filha aos cuidados de sua mãe em Itacaré, cidade no litoral baiano, e foi para o Rio procurar emprego. Acabou escolhido para integrar o elenco de Porto dos Milagres.

A vida recomeçava para o ator, mas Agnes já estava longe de seu dia-a-dia. Desde janeiro de 2000, quando foi passar as férias em Aracaju com a avó, Agnes nunca mais voltou. Ao receber a neta, a promotora já tinha em mãos uma liminar garantindo a guarda provisória da criança. Alegou na Justiça que, por ser ator, o pai não tinha emprego fixo e portanto estava impossibilitado de cuidar da filha. “É puro preconceito. Desde quando atores não podem ser pais?”, pergunta a advogada de Vladmir. De lá para cá, três juízes se declararam impedidos para julgar a liminar, por razões de foro íntimo. Com isso, o processo vem se arrastando por dez meses, período em que Vladmir só conseguiu ver a filha duas vezes, durante uma hora. “Nos dois encontros não pude sequer ficar sozinho com ela”, reclama.

Procurada por Gente, Maria Eugênia da Silva Ribeiro não quis falar sobre a disputa da guarda da neta. O pai do ator, o professor universitário Arno Brichta, que ficou com os três filhos depois de se separar da mulher, sonha com o dia em que Agnes voltará ao convívio de sua família. “Entendo a dor que ela sente pela perda da filha. Mas Vladmir é o pai e tem o direito de criar Agnes”, defende. “Eu só quero que o caso seja julgado, porque tenho certeza de que ela vai voltar comigo”, diz Vladmir.

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