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05/11/2001

POR ONDE ANDA

DHU MORAES
Frenética Tia Nastácia
A cantora e atriz é a cozinheira da nova versão do Sítio do Picapau Amarelo e prepara a volta do grupo As Frenéticas, sucesso no final dos anos 70

Vivianne Cohen

Leandro Pimentel
Para viver Tia Nastácia, Dhu tem de conter a vaidade: “Faço unha num dia e no outro tenho que tirar todo o esmalte”.

A os 50 anos, Dhu Moraes está com fôlego de menina. Tem como desafios conquistar as crianças no papel de Tia Nastácia, na nova versão do Sítio do Picapau Amarelo, e repetir o sucesso de músicas como “Dancin’Days” e “Perigosa”, que invadiram as discotecas no final dos anos 70. Com três integrantes novas, As Frenéticas, que venderam mais de 200 mil cópias naquela época, ensaiam uma volta ao cenário musical. Lançam até dezembro o novo disco com cinco músicas antigas e seis inéditas pelo selo Jam. A empreitada não assusta Dhu. “Não estou preocupada. Há espaço para todos”, afirma.

Ela credita a boa fase à numerologia. Assim como Lidoka e Edyr de Castro, que viraram Lidia Lagys e Edyr Duqui, Dudu passou a se chamar Dhu há 10 meses. Desde o fim das Frenéticas, em 1984, ela fez participações em musicais e atuou em algumas novelas, como O Direito de Nascer, na Manchete, e nos programas de Chico Anysio. Há três anos, recebeu a proposta de Lidoka para retomar o grupo e aceitou na hora. “Sempre me cobravam nas ruas para que as Frenéticas voltassem”, diz. Antes de retornar aos palcos, elas precisaram buscar patrocínio e gravadora para concretizar o sonho. O filho, Rodrigo, 12 anos, foi quem mais a incentivou. “Ele fala para todo mundo que eu sou uma das peruas”, conta ela, referindo-se ao estilo irreverente das frenéticas.

Os astros podem estar ajudando, mas ela também batalhou. Ao saber que o Sítio do Picapau Amarelo iria ser regravado, procurou o diretor, Roberto Talma. Queria fazer a Tia Nastácia. Interpretar a cozinheira fez com que Dhu, que antes mal entrava na cozinha, se arriscasse no fogão. Hoje, é especialista em musse de maracujá e risoto de bacalhau. E, claro, teve de aprender a fazer os famosos bolinhos de chuva de Tia Nastácia. Virou uma quituteira de mão-cheia. “O elenco e os câmeras devoram os bolinhos nos intervalos das gravações”, conta.

O mais complicado tem sido conciliar as duas carreiras. Com gravações diárias na Globo, ela se desdobra para ensaiar à noite com as Frenéticas. Às vezes, as agendas coincidem e Dhu desfalca o grupo. Por isso, elas aprontaram dois shows diferentes, com e sem a atriz. Dhu está radiante. “Estou com a mesma vontade de meus 25 anos.”

Divulgação
Ao lado com As Frenéticas (segunda da dir. para a esq.)

Dhu diz que na época das Frenéticas o assédio masculino era pouco, mas não esquece de uma ocasião na boate Dancin’ Days, no Rio, onde tudo começou. Apresentando-se de maiô e espartilho, As Frenéticas tiveram que pedir a ajuda de um segurança para conter os ânimos dos homens. Noutra ocasião, numa comemoração de Natal no Maracanã, a cantora se sentiu mal e teve que sair mais cedo do show ao ver o estádio lotado. “Tive uma febre emocional”, conta.

Dhu diz não ter ficado deprimida com a extinção do grupo. Patrícia Boechat, uma das novas integrantes, justifica: “Às vezes a gente acha que ela não tem problema nenhum. Está sempre feliz”. Seu estado de espírito é de uma frenética. Não se importa de sair à rua de peruca colorida, argolão de strass e blusa de lantejoulas. E, claro, só usa salto alto. Por isso, tem de frear a vaidade por causa da simplicidade de Tia Nastácia. “Faço unha num dia e no outro tenho que tirar todo o esmalte.” Dhu só sossega quando está em meditação. Há dois anos, por influência da diretora Cininha de Paula, adotou o budismo. “Acho que se não fosse a religião não tinha tido coragem de voltar com As Frenéticas”, assume.

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