Clique para ver a capa ampliada
EDIÇÃO 116
 CAPA
 ÍNDICE
 Exclusivo Online
 BATE PAPO
 GALERIA DE FOTOS
 JOGOS E TESTES
 MULTIMÍDIA
 QUIZ
 SEÇÕES
 ACONTECEU
 BASTIDORES
 CELEBRIDADE
 DIVERSÃO & ARTE
 ENTREVISTA
 ESTILO
 EXCLUSIVAS
 IMAGENS DA SEMANA
 INTERNET
 MODA
 MUNDO
 QUEM SOU EU?
 REPORTAGENS
 URGENTE
 SERVIÇOS
 ASSINATURAS
 ASSINE NEWSLETTER
 EDIÇÕES ANTERIORES
 ESPECIAIS
 EXPEDIENTE
 FALE CONOSCO
 PUBLICIDADE
 BUSCA

 

 

FÁBULA

22/10/2001

Nostalgia
Versão adulta do clássico infantil tem o trabalho dos atores como ponto forte, mas peca no texto

Mauro Ferreira

Divulgação
Leon Góes: ótima expressão corporal

A encenação de Pinóquio por Moacyr Góes, no Espaço III do Teatro Villa-Lobos, no Rio, é como uma volta às origens para o diretor. Foi no pequeno Espaço III, há mais de dez anos, que Góes começou a sedimentar sua carreira com o espetáculo A Escola de Bufões. Pinóquio evoca a mesma graciosidade cênica de Bufões, mas essa adaptação livre e adulta da história infantil de Carlo Collodi esbarra num texto mal-amarrado que impede a total compreensão da fábula.

A encenação de Moacyr tem seu grande trunfo no ator Leon Góes, irmão do diretor. Leon tem expressão corporal rara em atores. Todo seu valioso trabalho de corpo o habilita a dar vida a Pinóquio. Os movimentos de Leon são primorosos, mas o texto não ajuda o ator a marcar as nuances da personagem. O boneco Pinóquio vira gente de forma quase imperceptível para o público. As transformações não são sentidas e evidenciadas a contento pelo ator por conta do texto.

Há belas imagens cênicas, valorizadas por um elenco numeroso e afinado com a proposta do diretor (Moacyr trabalha com uma companhia fixa). Nesse elenco, vale destacar as presenças de André Valli e Natália Lage. Valli vive Gepeto com o tom atônito necessário ao criador de Pinóquio. Natália brilha na pele da Raposa, numa interpretação que foge da caricatura e destaca na medida o caráter traiçoeiro da personagem. Mas fica a sensação de que o Pinóquio de Moacyr fica no meio do caminho. Nem é infantil nem é adulto. Sobra direção, falta texto

Espaço III do Teatro Villa-Lobos – Av. Princesa Isabel, 440, Copacabana – Tel.: (21) 2275-6696




Cartomancia
Novo Tarô
Biscoito da sorte
Realejo
Bola 8
Par perfeito
I-Ching
Runas
Vidente
Numerologia
Horóscopo
 
ENQUETE
Você acha que a programação da rede Bandeirantes está ficando muito "popularesca"?
:: VOTAR ::
 
FÓRUM
O geneticista Roque Monteleoni, especialista em assuntos nucleares do governo brasileiro, afirma que não há guerra bacteriológica e que a maior preocupação dos governos deve ser conter o pânico. Você concorda? Dê sua opinião.
 
CHAT
Nome (até 20 caracteres):
Escolha uma sala
 
 

| ISTOÉ | DINHEIRO | PLANETA | ISTOÉ DIGITAL |
EDIÇÕES ANTERIORES | ESPECIAIS |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE | AVISO LEGAL
© Copyright 1996/2001 Editora Três