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MPB

22/10/2001

Sou de Qualquer Lugar
Daniela Mercury ressurge em disco indeciso e sem personalidade
 Ouça trecho da música De Qualquer Lugar
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Silvia Ruiz

Divulgação

Ela já foi a “dona do canto” de Salvador, rainha absoluta dos trios elétricos nos anos 90. Mas as idas e vindas do mercado musical puxaram o tapete de Daniela Mercury. Outras modas, como o forró e o funk, foram tomando o lugar do axé nas programações das rádios, nos programas de tevê e, enfim, nos ouvidos dos brasileiros. Até o momento em que se indagava: “por onde anda Daniela Mercury”?

Eis que ela ressurge, bonitona, em novo disco, com direito a posar de mulher fatal para as fotos do encarte. Sou de Qualquer Lugar, o sétimo disco da carreira da baiana, mostra que, aos 36 anos, Daniela vive uma crise de identidade típica da adolescência – aquela coisa de curtir pagode no bar da praia de manhã e chacoalhar o esqueleto à noite na batida do tecno, depois de passar a tarde curtindo punk rock na FM alternativa.

Daniela: de eletrônico
a forró

Confusa e atirando para todo lado, a cantora reuniu cinco produtores diferentes para dar o tom do disco. Há de música eletrônica e canções românticas a forró, e até uma releitura de “A Praieira”, de Chico Science. Nada de mais tentar pegar a onda da vez. Madonna fez isso a vida toda. E fez bem feito, com determinação. Mas não é isso que acontece com Sou de Qualquer Lugar. Daniela Mercury parece desnorteada, sem saber como se colocar no cenário atual da MPB. Memórias de uma ex-cantora de barzinhos




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