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08/10/2001

TELEVISÃO

GIBA UM
A máquina da fofoca
Jornalista, que revolucionou o colunismo social noticiando
a intimidade das celebridades, volta à tevê com um programa de entrevistas

Edwin Paladino

Piti Reali
“O Washington Olivetto diz que sou o Larry King brasileiro”, orgulha-se Giba Um, que ainda usa a máquina de escrever

Ele é um dos poucos jornalistas que não abandonou o hábito de produzir textos em uma máquina de escrever. “Não gosto de computador”, diz. Foi debruçado nela que, em meados dos anos 90, revelou ao País o romance secreto entre Bernardo Cabral e Zélia Cardoso de Mello, então ministros do ex-presidente Fernando Collor de Mello. Aos 59 anos, Gilberto di Pierro, conhecido como Giba Um, retorna à tevê, depois de dois anos afastado, à frente de um programa diário de entrevistas no Canal São Paulo, uma emissora a cabo de São Paulo. “O Washington Olivetto diz que sou o Larry King brasileiro”, orgulha-se o jornalista, referindo-se ao respeitado apresentador da rede americana de tevê CNN.

Mas foi como fofoqueiro de plantão que Giba Um ganhou fama. Considerado o pai do gênero no Brasil, o jornalista passou a revelar a intimidade de políticos, socialites, esportistas e celebridades, no final dos anos 60. A fofoca, então, revolucionou o conceito do colunismo social brasileiro, que até então retratava com muita formalidade as festas da alta sociedade carioca e paulistana. A grã-finagem, porém, não é o único público-alvo do jornalista. Pai de Bruno, um garoto de 17 anos portador da síndrome de Down, Giba cuida do Projeto Down. Há 15 anos ele distribui folhetos e livros e dá palestras sobre o tema para famílias carentes. “Temos que acabar com essa imagem pejorativa do mongolóide e mostrar que essas pessoas são capazes de trabalhar”, afirma.

Responsável também por uma assessoria de imprensa, uma coluna de economia publicada em 40 jornais espalhados pelo País e um site na internet, Giba garante que nunca foi ameaçado ou sofreu qualquer represália por conta das notícias que publica. Pelo contrário, a popularidade conquistada o levou a ser jurado de programas de auditórios líderes de audiência, como o de Flávio Cavalcanti, Chacrinha e Silvio Santos. “Ele inovou ao fofocar sobre gente famosa”, confirma Nelson Rubens, que foi assistente da coluna de Giba no jornal Última Hora, nos anos 70. “Ele destilava muito veneno.”

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