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08/10/2001

CAPA

CLÁUDIA OHANA
Sem medo de transgredir
Sucesso na novela As Filhas da Mãe, a atriz revela
seu lado politicamente incorreto: já roubou namorado
de amiga, traiu maridos, consegue escapar das filas por
ser famosa e diz que as mulheres dirigem mal

Eduardo Minc

Fotos: Leandro Pimentel
“Já acordava tomando cachaça, estava querendo ser alcoólatra mesmo. A bebida foi minha grande droga” Cláudia Ohana, que passou a beber aos 15 anos, depois da morte de sua mãe

Nas paredes, cortinas cor-de-rosa e dezenas de fotos dividem espaço com um gigantesco quadro do filme Erêndira, de Ruy Guerra, que a projetou internacionalmente. Plumas, livros sobre a pintora mexicana Frida Kahlo, quadros abstratos e incenso espalham-se pelos móveis. Caneleiras de ginástica ficam escondidas dentro de um baú. Este recanto, no terceiro andar de sua ampla casa no Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro, é o preferido da atriz Cláudia Ohana: “É aqui que eu ponho uma calça bem gostosa de moletom e começo a pintar as minhas telas com as mãos”, diz ela, enquanto estica os dedos e mostra as unhas vermelhas e compridas.

As unhas são parte da composição de Aurora, a tresloucada striper da novela As Filhas da Mãe, de Sílvio de Abreu. “Não sei se é uma cachorra, uma tchutchuca, ou qual é a dela. Que é vagaba, ah isso é... mas de bom coração”, diz Cláudia, soltando uma sonora gargalhada. Dona de uma extensa carreira no cinema – 15 longas-metragens – e inúmeras participações em televisão, a atriz saboreia o sucesso de Aurora, seu papel de maior repercussão desde a Natasha de Vamp, de 1991, que a tornou conhecida do grande público. Naquela época, virou ídolo entre crianças e adolescentes. “Não podia sair na rua, ir ao supermercado, nunca vivi nada igual”, diz a atriz. Com 38 anos bem vividos – e corpo de dar inveja a muita menina de 20 –, Cláudia gosta de ser franca em suas colocações e não tem medo de mostrar seu lado politicamente incorreto. A atriz revela, entre outras confissões que se seguem, como tira proveito das facilidades que a fama lhe trouxe:

“Minha tia Denise diz que já saí do berçário namorando” Cláudia Ohana, que teve oito casamentos

Nas salas vips dos aeroportos todos me deixam entrar porque sou conhecida. Mas acho um saco ficar no aeroporto dando autógrafo para todo mundo. Não furo as filas de check in. Mas falo jeitosamente com as pessoas para ver se elas me deixam passar na frente. Às vezes, os funcionários me chamam por me reconhecerem da tevê. Agora, camarote da Brahma, no desfile das escolas de samba do Rio, é um inferno. Você tem de ficar naquela fila cheia de modelos só esperando, esperando. Nessas ocasiões, escalo umas pessoas, tipo representantes de filas, para dar uma facilitada. Corro o risco de topar com gente que facilita ou que diga que só porque sou artista penso que tenho mais direito do que os outros. Ano passado, estava atrasada para o camarote da Brahma, porque ia desfilar pela Viradouro. Pedi a um por um para passar na frente. Não me lembro de ninguém famoso, exceto modelos que estavam por lá.

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