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Você
conhece bem os seus ídolos? Então descubra de quem estamos falando.
Respostas no final da coluna.
1.
Minha
mãe engravidou aos 16 anos de um soldado canadense, que servia
na Inglaterra. Como ela morava numa comunidade conservadora,
fui criado pelos meus avós. No meu 13º aniversário,
ganhei uma guitarra. Era fascinado pelo instrumento e acabei sendo
expulso da escola. A heroína quase arruinou a minha carreira.
Há dez anos, fiz uma música em homenagem ao meu filho,
que morreu após cair acidentalmente da janela do apartamento.
2.
Cantar era minha distração na infância.
Saí de São Paulo para estudar música na Bahia,
mas tranquei a faculdade porque não agüentei a jornada
de oito horas por dia sobre os livros. Também me aventurei
no teatro com um musical sobre Carmen Miranda e Marilyn Monroe.
Hoje minha filha adolescente segue meus passos como cantora.
3.
Só aos 14 anos, ao ver minha certidão de nascimento,
descobri que meu nome não era Milton. O escrivão
do cartório havia grafado errado. Nessa mesma época,
comecei a trabalhar na revista O Cruzeiro. Em 1964, lancei
Pif Paf, uma publicação humorística.
O projeto deu vida à seção homônima que
assinava em O Cruzeiro. Escrevia com o pseudônimo Emmanuel
Vão Gôgo, trocadilho com os nomes do pintor Van Gogh
e do filósofo Emmanuel Kant.

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