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17/09/2001

POR ONDE ANDA

WATUSI
A vedete negra do Moulin Rouge
Aos 49 anos, a brasileira que foi a estrela principal
do famoso cabaré parisiense nos anos 70 e 80
prepara um novo CD e será tema de livro

Rodrigo Cardoso

Beto Tchernobilsky
“Deixei de tê-los (filhos) para ser estrela. Agora, sinto falta’’ Watusi, explicando porque fez cinco abortos

Se nos cinemas é uma ruiva de pele de porcelana (a atriz Nicole Kidman) quem faz sucesso como corista do Moulin Rouge, na vida real foi uma negra brasileira quem teve o nome escrito em neon na fachada do famoso cabaré parisiense. De 1978 a 1982, Watusi foi a principal estrela da casa, considerada a vedete mais bem paga da Europa, que ganhava US$ 25 mil por mês para cantar e dançar duas vezes por dia, sete dias por semana no Moulin Rouge. Era uma sumidade aclamada pelo público – atraía para a platéia do cabaré gente de porte, como os atores Silvester Stallone e Rachel Welch, o músico Yves Montand, e chegou a dividir o palco com Gene Kelly e Ginger Rogers – e pela crítica: “Se Watusi não existisse, teríamos de inventá-la”, estampou o Diário de Barcelona, naquela época. “É o mais jovem talento negro surgido nos últimos tempos em solo francês”, escreveu a revista Paris Match.

Watusi, hoje aos 49 anos, tem um sítio em Mendes, a 120 km do Rio, um apartamento em Copacabana e vive sozinha nesses endereços. Profissionalmente, os últimos trabalhos da mulher nascida Maria Alice Conceição, em Caramujo, em Niterói, foram dois CDs de bolero, em 1995. Este ano, ela prepara um novo disco e, em 2002, terá sua história de vida escrita por Osmar Rodrigues, marido da atriz Zezé Motta. “O intuito maior desse livro é impulsionar a carreira dela no Brasil”, diz Osmar. Watusi, nome inspirado numa tribo africana conhecida pela alta estatura de seus integrantes, passou 13 anos se apresentando em musicais pela Europa. Conheceu milionários, sheiks e atores hollywoodianos, com quem se comunicava em inglês, francês, espanhol, italiano ou alemão. No Brasil não saboreou metade da fama que fez lá fora. “Me achavam prepotente, elitizada. Essa imagem maculada me distanciou do público.”

DEPRESSÃO E ABORTO Depois de uma temporada de 12 anos (1983 a 1995) no Scala, a casa de espetáculos carioca de Chico Recarrey, na qual trabalhou 1.500 dias sem folga, a vedete nunca mais pisou nos palcos. “No Brasil, ela foi muito mais um produto que o Chico usava para atrair os gringos do que uma estrela”, opina Osmar Rodrigues. Ao final dessa temporada, Watusi viveu uma desilusão amorosa, ficou deprimida e perdeu a vontade de trabalhar. “Passei seis meses dentro de casa chorando e engordando”, conta ela. “Vivia com um juiz e, dois anos depois, ele retornou para a casa da ex-mulher.” é.”

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