14 a 21 de outubro de 1999
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A Verdade Cruel
Tevê paga começa a exibir série em que o repórter Michael Moore explora os mais polêmicos casos jornalísticos
Lilian Amarante

Foto: DIVULGAÇÃO

Michael Moore, diretor, apresentador e repórter do seriado Verdade Cruel, é um sujeito engraçado como poucos e cara-de-pau como ninguém. Em seu coquetel de ficção e jornalismo, Moore abusa do humor para provocar políticos, empresários e poderosos. Ora indiscreto, ora agressivo, ele está sempre atrás da verdade.

Quarta-feira 6, na estréia de Verdade Cruel - indicado esse ano ao Emmy de melhor seriado de não-ficção - Michael Moore usou uma carroça cheia de falsos religiosos para promover uma rápida caça às bruxas no caso Monica Lewinski. Foi à casa do promotor Kenneth Starr, invadiu o Congresso americano e fez aos políticos perguntas do tipo: "Você já fornicou?". E concluiu: "Gastaram US$ 50 milhões para provar que um homem de meia idade pode ter casos com uma mulher mais jovem. Eu faria isso com US$ 50".

Ainda na estréia, Michael promove um funeral na porta de uma empresa de planos de saúde para alardear o caso de um segurado que não conseguiu autorização para o tratamento. Investidas parecidas já deixaram furiosos o prefeito de Nova York, o presidente da Nike e muitos outros. Apresentador do extinto e também ótimo TV Nation, Moore não cansa de colecionar prêmios, desafetos e fãs.
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