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| TRIDIMENSIONAIS |
27/08/2001
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Caminhos
da Forma
Mostra
traça percursos da escultura no século 20
Paula
Alzugaray
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Divulgação |
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| Brecheret:
formas contam histórias |
Formas
que dançam e traçam gestos prolongados no espaço
e formas que falam, sugerem narrativas, contam histórias.
Divididas nesses dois grandes grupos, 55 esculturas e objetos do
acervo do MAC-SP contam, de maneira nada convencional, a história
da escultura do século 20. Com curadoria de Katia Canton,
a exposição Caminhos da Forma, no Centro Cultural
Fiesp, em São Paulo, opta pelas formas que brotam do chão
ou pendem do teto, sugerindo um passeio em um parque escultórico.
Em
Danças da Forma, dividem o espaço obras
que aludem ao deslocamento e à mobilidade -- ou a sua ausência
total. Em seu movimento sinuoso, a escultura Unidade Tripartida
(1948), do suíço Max Bill, dialoga com a mais famosa
escultura do futurismo italiano, Formas Únicas de Continuidade
no Espaço (1913), de Umberto Boccioni; com as formas
etéreas de Grande Móbile Branco (1948),
de Alexander Calder; e com a imobilidade dos blocos de carbono prensado
de Carlos Fajardo (1988).
A narrativa
fragmentada, não linear, é o ponto em comum entre
as esculturas do segundo grupo, Caminhos da Forma. As
mensagens podem estar contidas em receptáculos, como em A
Mala (1986), de José Carratu, ou ser decifradas a partir
da expressão gestual em imagens como Luta de Índios
Galápagos (1951), de Victor Brecheret. Viagem 3D
Até
28/10 Centro Cultural Fiesp av. Paulista, 1313, São
Paulo Tel: (11) 284-3639
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