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O
casamento espírita de Caio Blat
Depois de 60 dias de namoro, o ator e a cantora lírica Ana Ariel
se casaram em um centro espírita de Campinas
| Fotos:
Jayme de Carvalho Jr. |
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Em
dois meses o ator Caio Blat, 21 anos, e a cantora lírica
Ana Ariel, 19 anos, apaixonaram-se, namoraram e casaram. O enlace-relâmpago
aconteceu na sexta-feira 6 na sede da AMIC (Associação
de Amigos da Criança), centro espírita em Campinas,
interior paulista. Apesar da pressa, ainda foi possível comunicar
à imprensa e enviar os convites. Eram 40 jornalistas, entre
repórteres, fotógrafos e cinegrafistas e cerca de
100 convidados. Questionados sobre a rapidez da união
semelhante ao casamento- surpresa de Fábio Jr. e Patrícia
de Sabrit, que ficaram juntos de janeiro a junho o casal
não buscou explicações. Estamos juntos
há uma eternidade. Tenho
certeza que nossa união é para sempre. Agora eu sei
o que é amar, disse o protagonista de Um Anjo Caiu
do Céu que, em abril, declarou em entrevista à
Gente, que estava adorando a fase de solteiro.
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“Tenho
certeza que nossa união
é para sempre’’, diz Caio Blat |
A oficialização
da união foi apenas religiosa. O ritual foi conduzido pela
mãe da noiva e fundadora da AMIC, Eliana Santos, que afirmou
ter incorporado dois espíritos
para abençoar os noivos. Após o culto, Blat e Ana
posaram para os fotógrafos em uma espécie de entrevista
coletiva. O casal se conheceu durante os ensaios da peça
W César, estrelada por Ana e dirigida por Blat. Nos
descobrimos almas gêmeas. Nosso casamento é uma bênção,
confirmou Ana. A rapidez do envolvimento surpreendeu a todos.
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| Ana
com o pai e o irmão caçula |
Os
pais do ator não apareceram na cerimônia e não
deram declarações à imprensa. Fico espantado
como eles já fazem planos juntos, revelou Severino
Barbosa, pai da noiva. Conhecemos o Caio hoje mesmo, mas aprovamos
o casamento, disse Antônio, irmão de Ana. Cheios
de compromissos Blat gravando novela e Ana ocupada com o
lançamento de um
CD no domingo 8 , os recém-casados dispensaram a lua-de-mel.
Estamos em lua-de-mel há uma eternidade, disse
Blat, que preferiu levar a mulher para morar em sua cobertura na
Barra da Tijuca, no Rio, ao invés da casa simples da favela
do Vidigal, onde desenvolvia um projeto teatral para a comunidade.
Lá, ficava muito longe do trabalho. Gastava uma hora
para chegar no Projac, justifica ele. Nós vamos
para onde a arte nos levar.
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