A
voz da consciência do comunismo
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(1870
1919)
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Polonesa
e judia, integrante do Partido Socialista Polonês, aos 19 anos
ela foi estudar na Suíça, para não ser presa. Em Zurique, doutorou-se
em Economia Política e conheceu importantes socialistas russos.
Em 1898, aos 28 anos, Rosa mudou-se para a Alemanha. Como líder
do Partido Social-Democrata alemão, a jovem revolucionária ficou
conhecida pela lucidez de seus artigos e a paixão com que conduzia
a política. Os seus principais trabalhos publicados originaram-se
nas conferências que dava na escola do Partido Social-Democrata,
em Berlim. Com a Primeira Guerra, voltou à prisão, por se empenhar
em propaganda pacifista. Presa até 1918, escreveu aos amigos
as Cartas da Prisão. No cárcere, fundou com Karl Liebknecht
o grupo de ação revolucionária Spartakus, que se levantou no
início de janeiro de 1919 contra o novo governo republicano
de Berlim, aliado aos conservadores. Voluntários de extrema-direita
sufocaram a rebelião e fuzilaram Rosa e Liebknecht dias depois.