A
turbulenta saga da
Primeira-Ministra da Índia
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(1917
1984)
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Aos
49 anos, Indira tornou-se primeira-ministra da Índia e governou
por 15 anos. Sua popularidade aumentou quando ela implantou
um programa socialista e separou a Índia do Paquistão, em uma
guerra que deu origem a Bangladesh. Mas ela viu seu prestígio
despencar, empurrado pela precária situação do país, quando
decidiu governar como ditadora, em um regime no qual mandou
prender adversários e implantou censura à imprensa. Em outubro
de 1984, foi assassinada no jardim de sua própria casa, em Nova
Déli. Indira foi morta por dois agentes de sua segurança, da
seita sikh. O crime foi pura vingança. Quatro meses antes, Indira
mandara o exército invadir o Templo do Ouro e 600 sikhs foram
mortos. A partir daí, foi jurada de morte. Indira perdeu o filho
mais novo, Sanjay, aos 35 anos, num acidente de avião, em 1980.
Era o seu escolhido para sucedê-la na política. O primogênito,
Rajiv, herdou o posto de primeiro-ministro e também a violenta
saga da família. Durante a campanha por sua reeleição, em 1991,
morreu ao receber um ramalhete de flores com uma bomba.