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Ella
Fitzgerald

O estilo único da primeira-dama do jazz

(1917•1996)

Ella era capaz de dar um show em Nova York, outro no dia seguinte em Tóquio e de lá seguir para Paris. Ao contrário de outras estrelas do jazz que mergulharam nas drogas – caso da insuperável Billie Holiday –, esta americana de Nova York teve uma vida monástica e seu maior vício era se lambuzar com um belo sundae de chocolate. Ella Fitzgerald gravou 150 discos, cobrindo, com sua espantosa extensão de voz, quase todos os gêneros, do swing ao bebop, do jazz ao country. Mapeou em songbooks as obras de Cole Porter, Duke Ellington e George Gershwin e de brasileiros como Milton Nascimento e Tom Jobim. A gravação que fez em 1957, com Louis Armstrong, da famosa ópera Porgy and Bess, de Gershwin, foi um dos clássicos da cantora cultuada do Harlem à Casa Branca. Ella começou sua carreira aos 17 anos, num concurso de calouros. Entrou para dançar, mas ficou paralisada no palco e decidiu abrir o vozeirão. A platéia veio abaixo, ela ganhou o prêmio de US$ 25 do concurso e foi contratada na hora para ser vocalista da banda de Chick Webb.

 
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