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Nadia
Comaneci

Os saltos inesquecíveis da pequena romena

(1961)

Jogos Olímpicos de Montreal, no Canadá. Uma ginasta pequena e elegante, de apenas 14 anos, rouba a cena: obtém do júri sete vezes a nota máxima. Um feito histórico, nunca antes conseguido por outra atleta. Foi assim que Nadia Comaneci assombrou o mundo nas Olimpíadas de 1976. Ela conseguiu unir o que antes parecia impossível: audácia, vôos impressionantes e, principalmente, movimentos precisos. O mundo começava a acompanhar as competições olímpicas pela televisão, ao vivo, e aquela garotinha magra e graciosa mostrava sua intimidade com as barras assimétricas e paralelas. Foi perfeita em todos os exercícios e levou para casa três meda-lhas de ouro. Nascida na Romênia, Nadia foi recebida como heroína em seu país, que fazia parte do antigo bloco comunista. Ganhou carro, apartamento e um bom salário do governo. A fama, porém, custou sua liberdade. Tratada como prisioneira de luxo, Nadia fugiu da Romênia um mês antes do ditador Nicolae Ceausescu ser deposto e fuzilado, em dezembro de 1989. Obteve asilo nos Estados Unidos, onde hoje é uma pacata dona-de-casa e mãe de família.

 
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