A maior tenista de todos os tempos
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(1956)
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Nascida
na Tchecoslováquia e naturalizada americana em 1981, Martina
Navratilova ganhou projeção mundial quando a equipe do país
onde nasceu venceu a Federation Cup, uma das principais provas
do esporte, em 1975. Quatro anos depois, foi campeã em Wimbledom
e, a partir de então, manteve uma das mais longevas e vitoriosas
carreiras da história do tênis – em 1982, quando ganhou 90 das
93 partidas que disputou, e, dois anos depois, faturou o Grand
Slam, que reúne os quatro principais torneios do mundo. Em 1992,
já acumulava mais prêmios que qualquer outro tenista na história
– homem ou mulher. Martina abandonou as quadras em 1994, com
1.438 vitórias – mais que uma grande campeã, ela transformou-se,
com o tempo, numa embaixadora do tênis, que estimulou toda uma
geração de novas esportistas. Reservada na vida pessoal, Martina
não escondeu sua condição de homossexual e assumiu publicamente
seus romances com mulheres. Dentro e fora das quadras, ela firmou-se
também como um símbolo de resistência ao preconceito e à segregação.