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Jacqueline Kennedy
Onassis

A primeira-dama que virou sinônimo de estilo
“Não consigo imaginar nada mais
importante que a educação dos filhos”

(1929 • 1994)

A um amigo íntimo, John Kennedy uma vez confidenciou: “Eu jamais encontrei alguém como ela. É diferente de qualquer garota que eu já conheci”. John era apenas um congressista de 33 anos quando viu pela primeira vez Jacqueline Bouvier, de 23 anos, repórter e fotógrafa do Times Herald, de Washington. Meses depois, ela estava em Londres, cobrindo a coroação da rainha Elizabeth, quando recebeu um telegrama de John Kennedy: “Artigos excelentes, mas você faz falta”. Dona de um estilo que misturava elegância, altivez e discrição a uma personalidade moldada no berço da aristocracia americana, Jacqueline não apenas seduziu o futuro presidente dos Estados Unidos, com quem formou o casal mais famoso da América, mas tornou-se também um dos maiores mitos do século XX. Levou tão a sério o papel de primeira-dama que fechava os olhos para as infidelidades do marido, que teve casos com várias mulheres, entre elas a atriz Marilyn Monroe.

Jacqueline virou referência para várias gerações de mulheres norte-americanas. Consumidora compulsiva, que chegava a gastar US$ 50 mil em uma tarde de compras, ela revolucionou a indústria da moda com seu estilo. Em um ano, o faturamento do setor cresceu US$ 11 bilhões. O que decidia usar sobre seu corpo esguio era imediatamente desejado pelo público feminino. Quando morreu de câncer linfático, em maio de 1994, aos 64 anos, partiu como queria: em meio à família, aos amigos e aos livros, em seu apartamento de Manhattan, em Nova York. Nos últimos dez anos de vida, Jacqueline trabalhava em uma editora, a Doubleday, e adorava caminhar pelo Central Park com o filho, John-John, que morreria tragicamente com a mulher em um acidente de avião, em 1999. As tragédias, aliás, pautaram a família Kennedy, como o assassinato do presidente John Kennedy, em 23 de janeiro de 1963. Cinco anos depois da morte do marido, Jacqueline casou-se com o magnata grego Aristóteles Onassis. Seu último companheiro foi o comerciante de jóias Maurice Tempelsman.

 
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