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Greta
GARBO

A mais misteriosa musa do cinema

(1905•1990)

Nos poucos anos em que estrelou produções hollywoodianas, Greta Garbo construiu uma imagem única na indústria do cinema. Dos penteados que usava aos olhos azuis acentuados por delicadas sombras, a atriz era, para os homens, a mais enigmática das sedutoras – e, para as mulheres, uma personalidade segura e altiva. Teve uma longa lista de amantes – homens e mulheres – que vai de Aristóteles Onassis e Cecil B. de Mille a Mimi Pollak e Mercedes Acosta. Por trás do glamour que exibia estava uma mulher tímida e reservada. “No meu país, as pessoas que saem nos jornais são o rei, a rainha e bandidos. Não quero ver nada escrito a meu respeito”, disse, certa vez, ao explicar por que não gostava da fama. Greta Lovisa Gustafsson nasceu numa família pobre, em Estocolmo. Estreou no cinema em 1922 e, 17 anos depois, faria seu último papel – no total, foram 27 produções. Mergulhou numa vida reclusa em seu apartamento de Nova York e adotou o nome de Harriet Brown para escapar do assédio constante da imprensa. Morreu no anonimato, como sempre desejou.

 
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