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09/07/2001

SOCIEDADE

JOANINHA KUCHKARIAN
Arranhões, cifrões e mansões
A socialite Joaninha Kuchkarian processa, por calúnia, a ex-amiga Yara Baumgart, com quem já trocou tapas num consultório médico

Edwin Paladino

Piti Reali
“Para mim, ela é a essência do nada’’ Joaninha Kuchkarian, sobre Yara Baumgart

Joaninha e Yara eram amigas. Freqüentavam juntas as principais rodas, restaurantes e festas da alta sociedade paulistana nos anos 80. Também viajaram por ilhas da Europa, como Sardenha e Córsega, na Itália. Tudo sempre cercado de jóias, champanhe, gargalhadas e confidências. Hoje, uma não pode sentir o cheiro do perfume da outra. As socialites e empresárias Joaninha Kuchkarian, 52 anos, e Yara Rossi Baumgart, 53, brigam na justiça. “Eu incomodo essa mulher de cabo a rabo”, alfineta Joaninha, que registrou uma queixa-crime por calúnia contra a ex-amiga, depois de ver seu nome relacionado a um calote de US$ 2 milhões numa reportagem de Veja São Paulo sobre Yara, em fevereiro. “São pessoas mau-caráter”, limitou-se a dizer Roberto Baumgart, marido de Yara, que está na Europa.

O processo número 011.01.008.557-3 corre na 2ª Vara Criminal do Fórum de Pinheiros, em São Paulo, desde maio. Mas a confusão começou há 14 anos, depois de um acordo financeiro entre seus maridos, os empresários Roberto Kuchkarian e Roberto Baumgart. Ex-dono da Aliança Financeira e Distribuidora, Kuchkarian viu sua empresa de investimentos afundar depois de uma crise financeira, em 1987. Ameaçado de liquidação extra-judicial pelo Banco Central, explicou a situação aos investidores, entre eles o amigo Roberto Baumgart, que investira cerca de US$ 2 milhões. Antes de fechar as portas, Kuchkarian honrou os credores.

Caio Guatelli/ AE

“São pessoas mau-caráter’’, diz Roberto Baumgart, marido de Yara, sobre o casal Kuchkarian

Com Baumgart, o pagamento foi diferente. Kuchkarian passou para Baumgart a escritura de sua mansão no Morumbi, bairro nobre de São Paulo, avaliada em US$ 3,7 milhões – segundo ele – como garantia da dívida. “Fizemos um acordo verbal de devolução quando eu tivesse o dinheiro em mãos”, diz Kuchkarian. Quatro anos depois, em 1991, ele juntou os dólares e procurou o amigo para desfazer o negócio. Mas não conseguiu reaver a casa. “Baumgart não retornava os telefonemas”, diz Joaninha. Ela conta que a única vez que conseguiu falar com Baumgart, ele estava com viagem marcada para uma temporada de esqui na Europa e lhe disse que resolveria a história quando retornasse.

Os Kuchkarian entraram na Justiça para retomar a mansão. Durante o processo, a família se mudou para Miami, onde mora até hoje. Lá, Roberto tornou-se sócio de uma empresa de construção de rodovias com um amigo. “Decidimos encerrar o caso e deixar a casa com eles”, conta Joaninha. “Nossa vida havia mudado e os sonhos eram outros”, acrescenta. A casa, com cinco suítes, sauna, adega, piscina e quadra de tênis, hoje é um dos mais elegantes restaurantes de São Paulo, O Leopolldo, freqüentado por celebridades como Hebe Camargo e, é claro, Yara Baumgart. “Era um casarão lindíssimo”, lamenta Joaninha.

O passado, porém, não caiu no esquecimento. Em 1994, Joaninha retornara ao Brasil para uma consulta com sua ginecologista. “Me acostumei a todos os tratamentos nos Estados Unidos, menos o ginecológico”, explica. No consultório, aguardava a sua vez, quando foi chamada pela secretária. No quarto degrau da escada, Joaninha ouviu uma mulher, aos berros: “Você por aqui? O que está fazendo no Brasil?”. Era Yara Baumgart. Joaninha contra-atacou: “Por quê? Você também comprou o Brasil?”. As duas subiram as escadas aos gritos. Acabaram agarradas no chão do consultório médico. Yara arrancou um chumaço de cabelo de Joana e Joana deu uns socos no rosto de Yara. “Elas pareciam duas panteras brigando”, lembra uma funcionária do consultório. As duas só se separaram depois de dez minutos entres insultos e arranhões, apartadas por funcionários.

Após o episódio, não se encontraram mais. Joana só teve notícias da ex-amiga quando foi citada na reportagem Veja São Paulo sobre Yara. “Acho que Yara não precisava retomar uma história já resolvida. Parece que ela levou para o lado pessoal”, diz Berenice Ramos, que conviveu com as duas décadas atrás. “Para mim, ela é a essência do nada”, resume Joaninha, que diz ter decidido processar a socialite por causa dos filhos. “Eles estão fazendo carreira nos Estados Unidos e não podem ser vistos como filhos de uma ladra”, explica.

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