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09/07/2001

SOLIDARIEDADE

EDMARA BARBOSA
Voluntária de quilate
Filha de Benedito Ruy Barbosa, a designer tem uma escola de joalheria em São Paulo e oferece bolsas para deficientes físicos carentes

Marianne Piemonte

Kiko Coelho

Uma viagem a passeio pelos parques de Orlando, nos Estados Unidos, fez Edmara Barbosa, 40 anos, buscar um novo objetivo de vida. Seu marido, Rafael Luperi, 44, é deficiente e, no Brasil, sofria as restrições impostas a quem tem limitações físicas. Fora do País, o casal se surpreendeu ao ver pessoas com o mesmo problema de Rafael — que quebrou a bacia aos 10 anos e sofreu redução no tamanho de uma perna — levando uma vida normal. “Aqui é um estigma, mas lá eles têm os direitos respeitados”, diz ele. Cinco anos se passaram até Edmara tornar realidade seu sonho. Designer de jóias, ano passado ela abriu uma escola de joalheria e oferece bolsas de estudo a deficientes carentes. “Eles dão a alma para aprender. Sei que não vou resolver o problema do Brasil, mas tenho certeza que colaboro”, afirma Edmara.

Kiko Coelho
A escola existe há um ano
Filha mais velha do escritor Benedito Ruy Barbosa, desde menina ela fazia a alegria dos hippies da feirinha de bijuterias de Barequeçaba, praia no litoral paulista onde a família passava férias. A vontade de ajudar era outra marca de sua personalidade. “Ela era o muro das lamentações das amigas”, lembra o autor da novela Terra Nostra, da Rede Globo. Hoje, são 84 alunos, quatro deles deficientes físicos, na escola, onde foram construídas rampas para cadeiras de rodas e instaladas bandejas de lona no lugar das tradicionais carteiras. Para os alunos carentes, o curso é uma oportunidade de um futuro melhor. “É uma chance de ouro”, diz Aguinelo Arcanjo de Souza Filho, 28, paraplégico desde os 15 anos, quando levou um tiro que atingiu sua medula depois de uma briga num baile. “Como parei de estudar para trabalhar vou me dedicar para aprender e ter uma profissão.”



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