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09/07/2001

POR ONDE ANDA

DJENANE MACHADO
Revelações de uma ex-musa

André Durão
Régis Cardoso

Depois disso, só voltou à Globo em 1977 para viver a Glorinha, em Estúpido Cupido. Mas não foi fácil. Carlos Machado teve de pedir a Boni, na época diretor artístico da emissora, para que Djenane fosse escalada para alguma produção. “Boni aceitou porque devia favores a papai”, revela. Segundo ela, Carlos Machado costumava atender às solicitações de Boni, então casado com a vedete Laís Simões, para que liberasse sua mulher mais cedo vez por outra. “Apesar dessa nova oportunidade continuava bebendo e usando anfetaminas”, diz ela. Mas não voltou a cometer os erros do passado durante as gravações da novela, segundo o diretor da trama, Régis Cardoso: “Adorava trabalhar com ela, é uma atriz que me contagiava pelo talento”, diz ele. Djenane ficou na Globo até 1981, quando estrelou o musical Saudade Não Tem Idade, ao lado do ator Ney Latorraca. “Foi um dos melhores trabalhos que realizei na televisão”, avalia.

Arquivo Pessoal

Apesar do perfil bem-humorado da maioria de suas personagens, ela diz que na vida pessoal sempre cultivou uma dose de melancolia. “Achava que fossa dava ibope. Minha ‘ídola’ era Maísa, de quem fui muito amiga.” Motivos não faltaram para a atriz entrar em depressão. Perdeu o segundo marido, o empresário Reinaldo Curi, de aids, quando estava separada havia cinco meses, após seis anos de casamento. “Sabia que ele era bissexual, mas durante nosso relacionamento garanto que ele não teve nenhum affair, ele era muito íntegro.” Ela conta que teve medo de fazer o teste, o que só aconteceu quando foi parar no hospital, numa das crises com drogas. Sua mãe mandou realizarem o exame sem seu conhecimento. “Tentava me matar, mas deixava o dinheiro da feira na porta da geladeira. Acho que queria aparecer e não morrer.”

Sozinha e sem trabalho, dedicou seu tempo a cuidar dos pais até eles morrerem, em 1992. Carlos, de problemas cardíacos, em janeiro, e Gisela, figurinista dos shows do marido, cinco meses depois, deprimida com a viuvez. No mesmo ano, decidiu se tratar. Procurou a amiga Odete Lara, que a aconselhou a fazer análise pelo processo Fisher Hoffman. Foram oito dias num sítio na região serrana do Rio, em que espancou almofadas e reviveu momentos da infância. “Já havia tentado os Alcoólicos Anônimos e outros métodos, mas esse foi uma verdadeira mágica”, festeja. Curada, vive atualmente do aluguel de dois apartamentos que os pais lhe deixaram. Mas ela diz que gostaria mesmo é de voltar a atuar. “Acho que está na hora”, diz ela, prometendo fazer o pedido ao diretor Daniel Filho, tão logo surja uma oportunidade. “Ele é maravilhoso”, elogia.

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