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09/07/2001

POR ONDE ANDA

DJENANE MACHADO
Revelações de uma ex-musa
Atriz de sucesso nos anos 70, ela sumiu da tevê por abuso de álcool e drogas, curou-se com terapia e agora escreve seu segundo livro de poesias

Márcia Montojos

André Durão

Quando anda pela ruas de Copacabana, bairro onde mora há mais de 20 anos na zona sul do Rio, Djenane Machado ainda é abordada por admiradores que não entendem seu sumiço da televisão e cobram sua volta. Afinal, a atriz de belos olhos verdes e corpo de bailarina marcou uma geração, que nos anos 70 se deliciava com suas personagens despachadas, como a Lucinha Esparadrapo de O Cafona (1971) ou a Glorinha de Estúpido Cupido (1977). Na mesma época, era uma das vedetes mais requisitadas dos espetáculos produzidos por seu pai, Carlos Machado, conhecido como o rei da noite. “Era maravilhoso me ver naqueles cartazes enormes nas portas dos teatros”, recorda a atriz, que se recusa a revelar sua idade. “Bota aí que estou fazendo 200 anos em junho”, brinca. Djenane tem 50 anos e atualmente dedica-se a escrever seu segundo livro de poesias.

Bonita, talentosa e versátil, Djenane tinha tudo para seguir uma carreira de sucesso. Mas as drogas e o álcool foram afastando os convites. Os constantes atrasos às gravações irritavam a direção da Globo. “Por ser espiritualista, o (diretor Augusto César) Vanucci era mais tolerante, mas o (então diretor José Bonifácio de Oliveira Sobrinho) Boni ficava uma fera comigo”, conta. Sua situação, que não era confortável na emissora, agravou-se ainda mais, quando, em 1974, abandonou, sem qualquer aviso, o elenco da primeira versão do seriado A Grande Família, no qual vivia a personagem Bebel. “Eles colocaram a Maria Cristina Nunes da noite para o dia e ninguém entendeu nada”, recorda. Ela explica seu comportamento dizendo que preferiu sair para ajudar o pai, que perdia público no show Hip Hip Rio, no Teatro Serrador, no centro da cidade. “Gravava mais de doze horas e faltava aos espetáculos”, diz. “Após a falência de papai, tornei-me peça fundamental em sua recuperação financeira.”

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