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09/07/2001

CARREIRA

AMAURY JR.
Reinações de um colunista
Ao completar 20 anos de colunismo social eletrônico,
o apresentador prepara um programa para as noites de domingo na Bandeirantes, diz quais são os requisitos para ser colunista e colunável e conta que começou no ramo para arranjar namoradas

Rodrigo Cardoso

Piti Reali

Quando Du-bal (com hífen mesmo) passava com seu Interlagos amarelo pelas ruas de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, as mulheres ficavam em polvorosa. Não era para menos. Du-bal tinha uma coluna no jornal da cidade, era locutor de rádio e boa pinta. Naquela época, nos anos 70, sua fama corria pela cidade com a mesma velocidade com que as mulheres passavam pelas suas mãos. “Ter uma coluna no jornal me facilitou a vida com elas”, conta. “Namorei 800 mil mulheres, três, quatro ao mesmo tempo. Quando uma garota de São Paulo aparecia em Rio Preto, eu ia lá e ‘crau’! Era a mosca de padaria que estava em todo lugar.”

Du-bal admite que, no início da carreira, escrevia com o objetivo único de conquistar cada vez mais namoradas. O tempo foi passando e Du-bal se mudou para São Paulo aos 26 anos, com mulher e filho. A vida boêmia e o apelido, que ele ganhou depois de gaguejar em uma prova oral, ficaram para trás. Na capital paulista, Du-bal fez carreira na tevê e passou a atender pelo verdadeiro nome: Amaury Jr. Hoje, com 50 anos, é tido como pioneiro do colunismo social eletrônico, gênero criado por ele há 20 anos.

Piti Reali
Com a família: a mulher, Celina Camargo Ferreira, e os filhos Maria Eduarda e Amaury

À frente do Flash, programa que ele apresenta na Bandeirantes há 16 anos, de segunda a sexta-feira, Amaury prepara-se para um novo desafio. Até agosto, ele passa a comandar ao vivo um programa que irá ao ar das 20h às 22h aos domingos. Receberá empresários e celebridades para um bate-papo numa pizzaria que será montada num casarão, em São Paulo. “Será uma pizza party. Vou ocupar o horário de maior visibilidade da tevê”, comemora. “Posso me transformar numa opção agradável aos domingos.”

Amaury é um crítico feroz do conteúdo exibido pela televisão brasileira. “Tem muita bunda na tevê”, reclama. “Eu também fico olhando, claro, afinal eu adoro bunda. Mas isso não colabora para a formação e nem estimula um comportamento saudável da população”, acredita. A paixão de Amaury são os documentários. O apresentador possui uma coleção de 1.732 fitas de vídeo sobre os mais variados assuntos. Também tem gravados todos os episódios dos Simpsons. “O Homer é genial, o que há de melhor na tevê.” Além do chefe da família Simpsons e dos documentários, Amaury se ocupa nas horas de folga gravando CDs em casa. “Minhas diversões são baratas.”

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