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Herança
medieval, eles fazem lembrar um certo estilo andino. Também
carregam em suas franjas os inesquecíveis anos 60 e
70, quando acampamentos, fogueiras e violões faziam
a festa da geração hippie. Apenas referências.
Os
ponchos que saem às ruas nestes primeiros dias do inverno
brasileiro são requintados, substituem blazers e cachecóis
e combinam com peles e saltos. No inverno passado eles
começaram a ressurgir em modelos curtos, como capinhas
sutis, diz Daniela Bongiorni, coordenadora de moda da
Rhodia Poliamida.
Agora,
chegam mais compridos e volumosos. Mas isso não quer
dizer que sejam pesados. A mistura da lã com
fios sintéticos, como acrílico e fibra de poliamida,
dá mais leveza e conforto à peça,
garante a especialista.
Um
cuidado a ser tomado é não exagerar nas proporções.
Com um poncho volumoso, é sempre melhor optar por uma
calça ou saia de corte reto e mais junto ao corpo.
Também as cores devem seguir o bom senso. Modelos
muito coloridos cabem ao público teen, avisa
Daniela.
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