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FERNANDA MONTENEGRO

09/07/2001

“Não sou referência” - CONTINUAÇÃO

Marcio Rezende

A política cultural do governo é eficiente?
O governo terceirizou o fenômeno cultural através das leis de incentivo. São as empresas que patrocinam. Portanto, a cultura hoje é um negócio que tem que dar retorno e depende da boa vontade ou do interesse das empresas. Nosso modelo é o americano. Lá, aqueles ricos e as empresas investem pesadamente em cultura. Um milionário americano quando morre deixa a sua mansão extraordinária com todo o seu acervo para a cidade. Aqui, os que têm dinheiro são mãos-de-vaca. As empresas estão começando a ter uma visão como as companhias americanas, só não sei se isso vai ficar.

Você disse há algum tempo que não faria mais tevê e no entanto aceitou participar da próxima novela de Sílvio de Abreu. Por que mudou de idéia?
É verdade. Mas aí o Sílvio, com quem já fiz novelas, e o (diretor) Jorginho Fernando, que é adorável, me convidaram. Aceitei na hora. O Sílvio sempre me convida. Ele também já disse que ia parar e não parou. Todo mundo já ia parando, todo mundo vai parar e de repente volta.

Por que isso acontece?
A televisão faz parte da nossa vida, de um processo de convívio artístico. Acho que não há no mundo inteiro nada igual à tevê no Brasil. Os elencos das novelas são muito legais. Você não pode imaginar como é prazeroso conviver num elenco de novela numa longa jornada. Tem atores de todas as idades, com as mais diversas experiências e o grande patrão é invisível. Nunca tive relacionamentos que não fossem maravilhosos nos meus trabalhos na televisão, que sempre me tratou muito bem.

Como conciliou o papel de mãe e atriz?
Eu e Fernando não trabalhávamos numa fábrica ou numa repartição pública. Eles estiveram conosco o tempo todo nos camarins, nas coxias, entre um ato e outro das peças. Amamentei a Nanda e o Cláudio até seis meses. Nós viajávamos com babás, sacolas, berços, era uma verdadeira mudança. Isso só acabou quando eles foram para a escola.

Em algum momento teve vontade de largar o trabalho e correr para casa para ficar com os filhos?
Sempre. Meus filhos sempre estiveram em primeiro lugar. Cada minuto possível era para eles. Não acho, no entanto, que as mães devam abrir mão de seu trabalho, de seu talento. Os filhos não merecem esse tipo de cobrança futura. Não foi muito fácil conciliar tudo, mas não fui a única mulher a sofrer a dupla ou tripla jornada de trabalho.

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