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MEMÓRIAS

09/07/2001

O Circo Eletrônico
Daniel Filho traça panorama da tevê brasileira revelando cenas de seus bastidores

Leia trecho do livro: O Circo Eletrônico

 

Cassia Dian

Daniel Filho está para a tevê assim como Nelson Motta para a música, com uma sutil diferença: ao contrário de Motta, sem muitas habilidades musicais, Daniel já teve seus momentos, e programas (Confissões de Adolescente, na Cultura, e Sai de Baixo, na Globo, por exemplo), de glória na tevê.

Para comemorar os 50 anos do meio no Brasil, o diretor global resolveu dar sua contribuição com o lançamento do livro O Circo Eletrônico – Fazendo TV no Brasil (Jorge Zahar Editor, 359 págs., R$ 39). De um ponto de vista muito particular, Daniel Filho traça a trajetória da televisão no País, especialmente da emissora que é sua atual casa e a maior da América Latina, a Rede Globo.

Mas, o que Nelson Motta fez com a música em Noites Tropicais, Daniel Filho repete com a televisão:

o diretor dá pinceladas de história e muitas informações do que realizou e presenciou durante os anos que dedicou à tevê. Nem por isso o livro deixa de ser interessante. Por vezes, comete pecados, como deixar parecer que o Festival Internacional da Canção promovido pela Globo foi mais importante que os acalorados e polêmicos festivais da Record, mas revela histórias curiosas, como a intenção de levar o então líder de audiência Gugu Liberato para a Globo quando ainda discutia-se a contratação de Fausto Silva para as tardes dominicais da emissora, ou ainda a recusa do projeto Sai de Baixo por Silvio Santos.

Contudo, embora cometa pequenas injustiças, o livro presta boas homenagens a Cassiano Gabus Mendes e José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, que são considerados por Daniel os grandes pioneiros e construtores da tevê no País. Além de suas memórias, o diretor ainda dá dicas de como produzir e dirigir, exibindo roteiros, apresentando storyboards e demonstrando planos de filmagens com ilustrações. A armação do circo

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