13 de outubro de 1999
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Cinema - Comédia

Austin Powers - Um Agente “Bond” Cama
Mike Myers, Heather Graham, Rob Lowe

Ramiro Zwetsch

Prepare-se para gargalhar. O tão badalado Austin Powers - Um Agente “Bond” Cama desembarca no Brasil com números significativos na bagagem: já rendeu US$ 210 milhões, o que representa a segunda maior bilheteria do ano nos Estados Unidos, só perdendo para Star Wars - A Ameaça Fantasma. Tudo graças ao ator Mike Myers, uma revelação dos estúdios de Hollywood, que contracena consigo mesmo - interpretando ao mesmo tempo o bandido e o mocinho -, além de assinar o roteiro e a produção do filme. Sem falar na criação e caracterização do personagem Austin Powers, que também ficou a cargo de seu cérebro borbulhante.

Powers é um espião fanfarrão, meio tarado, que transpira saudosismo. No primeiro filme, ele é congelado nos anos 60 e desperta nos 90, trazendo consigo toda a energia hippie para o mundo contemporâneo. Agora, ele volta ao passado a bordo de uma máquina do tempo - um fusca psicodélico - para recuperar algo de muito valioso que lhe foi roubado: seu apetite sexual.

Acompanhado da sensualíssima agente secreta Felicity (Heather Graham, a patinadora de Boogie Nights), Powers corre atrás de Dr. Evil, suposto responsável pelo furto.

Em Austin Powers - Um Agente “Bond” Cama, tudo é possível: viajar no tempo, tomar tiro à queima-roupa e não morrer, morar dentro de um vulcão. E a graça do filme está justamente aí, no humor sem compromisso com o real e o factível. Mike Myers é um ator com inesgotável potencial cômico e suas piadas atingem o público em cheio. Única ressalva ao exagero no apelo sexual, que, embora divertido, chega a cansar - como em uma cena, de quase dois minutos, em que se descarregam inúmeros sinônimos para a palavra pênis.

Além de todos os méritos, Austin Powers vale pela trilha sonora. Que outro filme proporciona a chance de ouvir The Who, Marvin Gaye, Lenny Kravitz, Quincy Jones - e muitos, muitíssimos outros - em menos de duas horas?
Bom divertimento

 

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