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Empresas do bem
por Tatiana Vaz


SIDERURGIA
Usina sustentável

A Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), em construção no Rio de Janeiro, nasce com a preocupação de se tornar referência no quesito ambiental. A direção da unidade anunciou investimento de US$ 95 milhões na compra de sistemas de tratamento de água e de esgoto (foto). O equipamento será fornecido pela brasileira Enfil.


POLUIÇÃO
Alternativa verde

Considerado por muitos uma praga, o aguapé (foto) está prestes a adquirir status de insumo estratégico. Pesquisa conduzida pelo químico Missao Tanizaki, do Ministério da Agricultura, indica que a planta é um poderoso reparador de áreas contaminadas por metais pesados (magnésio, chumbo, entre outros). E mais: o aguapé também representa uma opção para cultivos de alimentos orgânicos, substituindo os fertilizantes industrializados.


RECICLAGEM
Bolsa de PET

Em vez de seguirem para o lixo, as tampinhas de PET e frascos vazios de xampu estão ganhando um destino nobre. É que a Fivebras, fabricante de embalagens, utiliza estes insumos para a produção de um tecido ecológico, o Ecotess. Ele já é usado na produção de sacolas portavinho (foto), vendidas na rede Pão de Açúcar. A meta é ampliar a gama de produtos para o nicho escolar.


SERVIÇOS AUTOMOTIVOS
Resíduo ambiental

Os resíduos gerados pelo setor de serviços automotivos precisam ser descartados corretamente para não causar danos ao meio ambiente. Os pneus, por exemplo, emitem gases tóxicos se forem queimados. As baterias, com componentes nocivos, não podem ser deixadas em lixos comuns. Por conta da crescente preocupação dos consumidores com a questão ecológica, a rede de oficinas Caçula de Pneus criou o Selo de Destinação Ambientalmente Correta de Resíduos, o Sedac (foto). O selo atesta o descarte responsável dos produtos deixados nas lojas pelos clientes.


TRANSPORTE
Opção elétrica

Pode parecer difícil de acreditar, mas as motocicletas são uma das vilãs da poluição em São Paulo. Isso porque elas emitem até sete vezes mais poluentes do que os automóveis. De olho nos consumidores ambientalmente corretos, a Motor Z lançou as primeiras versões de scooters elétricas do Brasil. O problema é o preço: R$ 6,6 mil em média, quase 50% acima do valor cobrado pelas motos convencionais.

 


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