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Como é doce uma oferta hostil
A ação da GVT já tinha disparado com a oferta da Vivendi e subiu mais com a da Telefônica. Ou seja: bom mesmo para o acionista é a empresa disputada a tapa

Gustavo Gantois

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Daniel Wainstein
Cia de Foto

Uma boa gestão é sempre boa para os acionistas. Em geral, empresas bem administradas dão lucro e suas ações rendem bons dividendos. Mas nem sempre isso é necessário. O que é bom mesmo para o acionista é quando a empresa é disputada por seus concorrentes. É o caso da GVT. Na quarta-feira 7, a Telefônica fez uma oferta hostil de R$ 6,5 bilhões pelo controle da empresa, que um mês antes estava na mira da gigante francesa Vivendi por R$ 5,4 bilhões. Nos dois casos, os acionistas ganharam uma bolada, mesmo que nenhum negócio tenha sido fechado. Só com o anúncio da quarta-feira, as ações subiram 13,74%, chegando a R$ 46,52. Apesar disso, é quase unanimidade no mercado financeiro que o preço da ação da GVT não vale mais do que os R$ 42 registrados nas últimas semanas.

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